Uma nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (13/11), indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem em todos os cenários de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026. Os dados foram coletados entre os dias 6 e 9 de novembro, e mostram que, mesmo com leves recuos, a liderança do chefe do Executivo continua sólida.
Detalhes da pesquisa
Segundo o levantamento, Lula aparece à frente de adversários variados, da direita à centro-direita em simulações de votação para o segundo turno.
Embora as margens de vantagem tenham apresentado alguma redução em relação a levantamentos anteriores, o presidente permanece com vantagem consistente.
Interpretação política
A vantagem uniforme em diversos cenários reforça o caráter de favorito de Lula para a disputa de 2026. Analistas interpretam que isso representa não apenas um reconhecimento de sua figura política, mas também um efeito de incumbência e visibilidade de seu governo.
Por outro lado, a queda da margem alerta para que o governo e a base política mantenham atenção — quedas sustentadas podem abrir espaço para reviravoltas em ambiente eleitoral volátil.
O que isso significa para o processo eleitoral
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A consolidação da liderança de Lula tende a influenciar decisões estratégicas de partidos aliados, possíveis adversários e do mercado político em geral.
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A direita e centro-direita precisarão articular candidaturas competitivas e com visibilidade nacional se quiserem quebrar essa vantagem.
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Para o eleitor, o cenário reforça que, por enquanto, o pleito de 2026 tende a se definir mais no debate de imagem e narrativa do que apenas em mudanças abruptas no panorama.
Limitações do levantamento
Mesmo com vantagem em todos os cenários testados, há que se considerar as margens de erro, possíveis mudanças de cenário até 2026, e fatores externos, como economia, inflação, crises internacionais, que podem modificar o quadro. Além disso, há variação nos institutos e nas metodologias das pesquisas.
Panorama em Minas Gerais e região Centro-Oeste
Embora o foco nacional seja dominante, o desempenho de Lula em estados como Minas Gerais será decisivo. Aliados e adversários na região já avaliam estratégias locais para 2026 com base nessa vantagem inicial. Isso inclui articulações de partidos, alianças regionais e capilaridade na comunicação.
Cenário 1
Lula (PT): 35,6%
Jair Bolsonaro (PL): 32,1%
Ciro Gomes (PSDB): 8,2%
Ratinho Junior (PSD): 6,9%
Ronaldo Caiado (União): 3,2%
Romeu Zema (Novo): 2,7%
Brancos/Nulos: 6,6%
Não sabem/Não Opinaram: 4,7%
Cenário 2
Lula (PT): 36,3%
Flávio Bolsonaro (PL): 19,7%
Ratinho Junior (PSD): 10,5%
Ciro Gomes (PSDB): 9,9%
Ronaldo Caiado (União): 5,2%
Romeu Zema (Novo): 4,8%
Brancos/Nulos: 8%
Não sabem/Não Opinaram: 5,6%
Cenário 3
Lula (PT): 36%
Michelle Bolsonaro (PL): 26%
Ciro Gomes (PSDB): 9,1%
Ratinho Junior (PSD): 8,4%
Ronaldo Caiado (União): 4,9%
Romeu Zema (Novo): 3,9%
Brancos/Nulos: 6,8%
Não sabem/Não Opinaram: 4,9%
Cenário 4
Lula (PT): 36%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 23,2%
Ciro Gomes (PSDB): 9,7%
Ratinho Junior (PSD): 9%
Ronaldo Caiado (União): 4,5%
Romeu Zema (Novo): 3,3%
Brancos/Nulos: 8,4%
Não sabem/Não Opinaram: 5,9%
Cenário 5
Fernando Haddad (PT): 20,6%
Flávio Bolsonaro (PL): 20,5%
Ciro Gomes (PSDB): 14,9%
Ratinho Junior (PSD): 11,8%
Ronaldo Caiado (União): 5,8%
Romeu Zema (Novo): 5,2%
Brancos/Nulos: 14,1%
Não sabem/Não Opinaram: 7%.
Em um segundo turno os cenários que se põe são esses
Cenário 1
Lula (PT): 43,7%
Jair Bolsonaro (PL): 43,1%
Cenário 2
Lula (PT): 45,4%
Flávio Bolsonaro (PL): 38,6%.
Cenário 3
Lula (PT): 44,1%
Michelle Bolsonaro (PL): 42,7%
Cenário 4
Lula (PT): 43%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 41,8%.







Essa pesquisa foi feita em qual presídio?