Doente e desaparecido: Edvaldo Manoel some após embarcar em ônibus em Abaeté para Martinho Campos; familiares pedem ajuda urgente

A busca por Edvaldo está em andamento, mas cada hora que passa aumenta o medo da família. Eles pedem ajuda da comunidade e reforçam que qualquer informação pode ser decisiva.

Publicado por: Redação

A família de Edvaldo Manoel dos Santos, de 46 anos, morador de Abaeté, em Minas,  está em estado de desespero desde que o idoso desapareceu sem deixar rastros. Ele foi visto pela última vez embarcando em um ônibus com destino a Martinho Campos, na última sexta-feira (08/08), conforme relato dos familiares e até agora ninguém o encontrou, aumentando o alarme e a preocupação.

Edvaldo, tem roblemas de saúde, necessita de medicação regular, o que torna sua ausência ainda mais agravante. A família ressalta que não há nenhum registro oficial sobre o paradeiro dele e afirma que já procuraram hospitais, rodoviária e unidades policiais sem sucesso.

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Os parentes viajaram a Martinho Campos, consultaram unidades de saúde, mas ele continua sem ser visto. “Ele saiu de casa com a mala de remédio nas mãos. E nunca mais voltamos a ver o Edvaldo”, disse um familiar.

A situação se agrava porque, com o quadro de saúde debilitado, mesmo uma demora rápida pode gerar risco irreversível à vida. A família pede que quem tiver qualquer informação entre em contato imediatamente com Flávia (37) 99873-2535, para facilitar o reencontro.

Histórico de desaparecimentos no Brasil

A atuação rápida das autoridades nos primeiros momentos após o sumiço de uma pessoa é crucial. Segundo a Delegada Cristina Coeli, da Polícia Civil de Minas Gerais, existe uma percepção equivocada, alimentada por maus entendidos, de que é necessário esperar 24 horas para registrar um desaparecimento. Esse mito chamado por ela de “cultura perversa das 24 horas”  atrasa investigações que dependem desse tempo inicial para gerar pistas e localizar a pessoa desaparecida.

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que entre 2019 e 2021 foram registrados mais de 200 mil desaparecimentos no país, com apenas 56% das pessoas localizadas e apesar da gravidade, desaparecimentos de idosos ou pacientes com condições médicas delicadas tendem a exigir resposta ainda mais rápida.

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