A corrida pelo governo de Minas Gerais em 2026 começa a tomar forma, mas ainda mostra um cenário bastante acirrado, especialmente entre dois principais candidatos, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), e coloca Kalil no páreo quando se leva em consideração a margem de erro da pesquisa, para mais ou para menos, de 2,8 pontos percentuais, aí tecnicamente empatam, ou mesmo coloca Kalil na frente, se Cleitinho e Nikolas variarem para baixo, e Kalil subir.
A mais recente pesquisa Itatiaia/Instituto Ver, divulgada nesta segunda-feira (11), deixa claro que ambos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro de 2,8%, o que mantém a indefinição e o equilíbrio na disputa.
No primeiro cenário pesquisado, Cleitinho aparece com 21,6% das intenções de voto, enquanto Nikolas Ferreira soma 20,1%. À primeira vista, o senador lidera, mas a diferença de 1,5 ponto percentual está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,8 pontos para mais ou para menos. Isso significa que, considerando essa variação, o deputado pode tanto estar à frente quanto atrás do senador, deixando a corrida aberta e imprevisível.
Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte e candidato sem partido, aparece logo atrás com 16,5%. Rodrigo Pacheco (PSD) registra 7,2%, e o vice-governador Mateus Simões (Novo) pontua 1,8%.
Além disso, um importante dado chama atenção: 16,8% dos eleitores afirmaram votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos candidatos citados. Outros 15,6% continuam indecisos, o que pode influenciar diretamente o resultado.
No segundo cenário, sem a presença de Nikolas Ferreira na disputa, Cleitinho dispara para 33,4%, mantendo uma folga confortável diante dos adversários. Porém, essa vantagem pode diminuir caso Nikolas confirme sua candidatura, uma vez que os dois líderes se mostram bastante próximos.
Alexandre Kalil assume o segundo lugar com 17,8%, seguido por Rodrigo Pacheco com 8,9% e Mateus Simões com 2,6%. O percentual de votos em branco e nulos aumenta para 21,2%, e 16% permanecem indecisos.
Cálculo da soma dos candidatos com margem de erro (±2,8%)
Cenário 1:
| Candidato | % Intenção | Mínimo (21,6 – 2,8) | Máximo (21,6 + 2,8) |
|---|---|---|---|
| Cleitinho | 21,6% | 18,8% | 24,4% |
| Nikolas Ferreira | 20,1% | 17,3% | 22,9% |
| Alexandre Kalil | 16,5% | 13,7% | 19,3% |
| Rodrigo Pacheco | 7,2% | 4,4% | 10,0% |
| Mateus Simões | 1,8% | 0%* | 4,6% |
Cenário 2 (sem Nikolas Ferreira):
| Candidato | % Intenção | Mínimo (33,4 – 2,8) | Máximo (33,4 + 2,8) |
|---|---|---|---|
| Cleitinho | 33,4% | 30,6% | 36,2% |
| Alexandre Kalil | 17,8% | 15,0% | 20,6% |
| Rodrigo Pacheco | 8,9% | 6,1% | 11,7% |
| Mateus Simões | 2,6% | 0%* | 5,4% |
Mesmo com a margem de erro, o senador Cleitinho mantém a liderança, especialmente no segundo cenário em que o deputado Nikolas Ferreira não concorre. Além disso, o percentual elevado de votos em branco e indecisos indica que o cenário pode sofrer alterações, e a disputa permanece aberta.
A pesquisa reforça o protagonismo de Cleitinho no cenário político mineiro e sinaliza que ele é o principal nome para a corrida ao governo de Minas em 2026, colocando os adversários em posição de buscar alternativas para reduzir a vantagem do senador.
As próximas pesquisas e a definição das candidaturas podem alterar o panorama, mas, por ora, Cleitinho lidera, diante da diversidade de opções e da indecisão do eleitorado.
A pesquisa ouviu 1.225 eleitores mineiros entre os dias 2 e 6 de agosto, com margem de erro de 2,8% e nível de confiança de 95%. Considerando a margem, o senador Cleitinho pode variar entre 18,8% e 24,4%, enquanto Nikolas Ferreira pode oscilar entre 17,3% e 22,9%. Essa proximidade confirma o empate técnico e reforça a ideia de que o resultado continua em aberto.
Portanto, tanto Cleitinho quanto Nikolas disputam o voto de uma parcela significativa da população, e o alto índice de eleitores indecisos ou que pretendem votar em branco ainda pode definir quem sairá na frente nos próximos meses. A corrida eleitoral em Minas Gerais promete ser intensa, e os próximos levantamentos deverão mostrar se um deles conseguirá se destacar de forma definitiva.







o kalil não está inelegivel por 5 anos?