No último final de semana (27 e 28), a cidade de Divinópolis foi representada com orgulho no maior evento de capoeira do planeta: o Volta ao Mundo Bambas, uma competição internacional que reúne atletas de diversos países para celebrar a cultura, a técnica e o espírito transformador da capoeira.
Dessa vez, dois jovens talentos brilharam intensamente no evento: Pedro Pulguinha, de 15 anos, e Felipe Leitão, de apenas 8. Ambos integram a Escola de Alta Performance de Capoeira Patuá Brasil, sob coordenação do mestre Bob.
Pedro Pulguinha: promessa brasileira e vice-campeão mundial
Com apenas 15 anos, Pedro Pulguinha encantou o público com um jogo dinâmico, carisma e impressionante controle técnico. Filho de mestre capoeirista, ele carrega a capoeira no sangue e na alma.
Graças a esse desempenho arrebatador, Pedro conquistou o vice-campeonato mundial na categoria infantojuvenil, consolidando seu nome entre as grandes promessas da capoeira brasileira.
Como resultado, a multidão, emocionada, gritou seu nome em coro — uma cena marcante, digna de quem já está escrevendo história e inspirando uma nova geração.
Felipe Leitão: inclusão, coragem e talento entre os seis melhores do mundo
Enquanto isso, Felipe Leitão, de apenas 8 anos e diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), emocionou o mundo ao conquistar um lugar entre os seis melhores do planeta na categoria voltada a atletas autistas.
Apesar das dificuldades, Felipe demonstrou força de vontade, alegria e foco, tornando sua apresentação uma verdadeira lição de vida.
Dessa forma, provou que barreiras podem ser vencidas com amor, esporte e oportunidade — reforçando, assim, o poder da capoeira como ferramenta de inclusão social e desenvolvimento pessoal.
O poder da capoeira: mais que um esporte, uma ponte cultural
O Volta ao Mundo Bambas vai muito além de uma simples competição. Trata-se de um palco global onde se celebra a capoeira como cultura, identidade e inclusão.
Nesse contexto, Divinópolis, com Pedro e Felipe, reafirma seu papel de destaque no cenário internacional da capoeira.
Por fim, a capoeira segue como um símbolo de resistência, educação e empoderamento. E jovens como Pedro e Felipe mostram que, ao unir disciplina, talento e paixão, é plenamente possível transformar sonhos em conquistas reais.






