A disputa no SINTRAM terminou com vitória da Chapa 1 e consolidou a permanência de Marco Aurélio Gomes na presidência da entidade até 2030. O resultado passou a circular na internet e nas redes sociais ainda na madrugada desta sexta-feira (10), após a apuração das urnas.
A eleição definiu a próxima diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Divinópolis e Região Centro-Oeste de Minas para o mandato de 2027 a 2030. A Chapa 1, encabeçada por Marco Aurélio Gomes para presidente e Chirlene Madeira para vice-presidência, foi reconduzida ao comando da entidade.
Os números divulgados apontam 2.042 votos registrados. Desse total, a Chapa 1 recebeu 1.345 votos, enquanto a Chapa 2 somou 652. Também foram contabilizados 36 votos nulos e 9 em branco.
Na prática, o resultado deu uma vantagem folgada ao grupo vencedor e reforçou a leitura de continuidade na condução política e administrativa do sindicato. Publicações em redes sociais e portais locais classificaram a votação como recorde de participação entre os filiados.
A vitória ocorre depois de uma eleição cercada por tensão, judicialização e forte disputa entre as chapas 1 e 2. Nos dias anteriores ao pleito, o processo eleitoral do sindicato virou pauta política em Divinópolis, com divergências sobre formato de votação e condução do processo.
Com o resultado nas mãos, a Chapa 1 transformou a reeleição em discurso de confiança da base. Segundo a narrativa divulgada após a apuração, o grupo associou a vitória à defesa da continuidade, da experiência administrativa e das ações já desenvolvidas junto à categoria.
O resultado também reposiciona Marco Aurélio dentro do tabuleiro sindical local. Reeleito, ele mantém o controle político da principal entidade representativa dos servidores municipais da região e amplia seu fôlego para as disputas que ainda devem surgir em torno de pautas salariais, previdenciárias e administrativas. Essa leitura decorre do peso institucional do sindicato e do histórico recente de embates envolvendo servidores e Prefeitura.
A posse da nova diretoria está marcada para 1º de janeiro de 2027. Até lá, o sindicato deverá conduzir o período de transição interna, embora o resultado já tenha forte efeito político imediato sobre a categoria e sobre os bastidores do funcionalismo municipal.
A reeleição de Marco Aurélio fecha, ao menos por agora, um ciclo de disputa intensa no SINTRAM. E fecha com um recado claro das urnas: a maioria dos votantes preferiu manter a estrutura já instalada no comando da entidade, em vez de apostar na troca de direção.







reeleger uma diretoria que não conseguiu sequer o índice de reajuste dos salários dado pelo governo.
estão de parabéns todos que votaram na chapa 1 , demonstração de inteligência