“Eu que estava envolvido naquele vídeo, mais cedo, na discussão, no qual a pessoa sem graça gravou falando que eu estava batendo numa mulher. Na realidade não foi isso que aconteceu”, diz Vitor, que acusa a vítima de quase colidir com seu carro e de ter proferido palavrões.
Versão não nega agressão, apenas tenta mudar o foco
O que Vitor afirma na gravação é que a vítima estava em uma bicicleta motorizada, e teria xingado após quase colidir com seu veículo. Em resposta, ele desceu do carro, discutiu e foi flagrado empurrando o outro condutor ainda montado em sua moto, no meio da Rua Pernambuco, no cruzamento com a Avenida Sete de Setembro, em Divinópolis.
No entanto, em nenhum momento ele nega o empurrão, limitando-se a dizer que não era uma mulher, e que por isso, segundo ele, não houve crime grave. O próprio agressor afirma que procurou a delegacia para registrar boletim de ocorrência para “provar sua inocência”.
“Se fosse uma mulher, quem estaria na delegacia seria ela pra me prender, e não eu”, diz Vitor em tom de alívio, como se a agressão a um homem não tivesse qualquer consequência legal.
Divinews corrige o erro, mas reafirma: agressão é crime, independente do gênero
O portal Divinews reconhece o erro inicial de ter noticiado que a vítima da agressão seria uma mulher. A correção, no entanto, não altera o caráter condenável do ato de violência no trânsito. Empurrar uma pessoa em cima de um veículo, em plena via pública, após uma discussão de trânsito, continua sendo um comportamento agressivo, violento e, sim, criminoso.
A tentativa de Vitor Pellegrino de justificar seu comportamento com base no gênero da vítima reforça uma visão distorcida e perigosa: a de que a violência entre homens no trânsito seria tolerável, ou mesmo aceitável, em determinadas circunstâncias.
Violência no trânsito é injustificável com qualquer vítima
O comportamento agressivo flagrado no vídeo e confirmado pelo próprio Vitor, mesmo com tentativa de explicação, viola o princípio básico da civilidade urbana: o respeito ao outro, principalmente em situações de tensão como no trânsito.
O que se viu no vídeo foi um homem alterado, descendo de um carro com a porta aberta, para abordar alguém no meio da rua e, sem qualquer contenção, empurrar a vítima ainda montada na moto. Esse tipo de comportamento não é resolvido com boletim de ocorrência preventivo, muito menos com vídeos gravados em tom de “lavar as mãos”.
Reação pública continua: “se não quer aparecer, não cometa o fato”
O episódio também serve como lembrete claro para os tempos atuais: se não quer virar notícia, controle seus impulsos. O fato de ter sido flagrado em vídeo e depois tentar remediar a situação com justificativas vazias, só aumenta a visibilidade do caso e reforça o repúdio social.







Divinews sendo Divinews kkkkkkk. Jornal BOSTA!!! Publica qualquer asneira e depois enfia o rabo no meio das pernas. Jornaleco de 8a categoria. Só rindo mesmo kkkkkk
Então vamos ensinar esses péssimos motoristas de Divinópolis a dirigir. Eu entendo esse Vitor. Não há trânsito pior que dessa cidade.