Nesta última quarta-feira (12), Corregedora-Geral da Polícia Federal, Delegada Helena de Rezende, e o Superintendente da PF em Minas Gerais, Delegado Richard Murad Macedo, marcaram presença na abertura da II Conferência de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos (CIRAJUD TRF6), realizada em Belo Horizonte. O evento acontece entre 12 e 14 de março e é uma parceria entre a Polícia Federal, a Justiça Federal da 6ª Região e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
Durante a conferência, foi assinado um importante provimento que estabelece diretrizes sobre a guarda e destinação de bens apreendidos em processos criminais. Essa iniciativa visa acelerar a resolução de casos pendentes e garantir uma recuperação adequada de ativos. A Corregedora-Geral destacou que a medida coloca Minas Gerais na vanguarda, promovendo uma integração eficaz entre as instituições envolvidas.
A Desembargadora Federal Mônica Sifuentes enfatizou que o evento é uma oportunidade valiosa para os profissionais do direito alinharem suas posições sobre inteligência financeira e recuperação de ativos, contribuindo para uma justiça mais eficiente. O Superintendente Richard Murad Macedo ressaltou a integração exemplar entre as instituições, afirmando que eventos como esse são fundamentais para promover um serviço público de excelência.
Com a participação de diversos representantes do Judiciário e do Ministério Público, o CIRAJUD TRF6 busca fortalecer vínculos institucionais e fomentar o aprendizado contínuo entre os envolvidos na recuperação de ativos ilícitos. A conferência é parte das iniciativas da Rede Recupera, criada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para combater a lavagem de dinheiro.
O evento também conta com a presença de membros da Polícia Federal, Justiça Federal e Estadual, além de outras autoridades que atuam na recuperação de bens obtidos ilegalmente. A troca de experiências promovida durante a conferência é essencial para aprimorar as estratégias no combate ao crime organizado.
A primeira edição do CIRAJUD ocorreu em 2024, em Florianópolis, e agora volta com o objetivo renovado de discutir temas estratégicos relacionados à identificação e destinação dos ativos ilícitos. A colaboração interinstitucional se mostra crucial para efetivar a descapitalização das organizações criminosas.

















