A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu três homens suspeitos de matar um caminhoneiro de 71 anos em Santo Antônio do Monte, no Centro-Oeste de Minas Gerais. O crime ocorreu em novembro deste ano e chocou a comunidade local. Segundo as investigações, a vítima, que estava desaparecida desde o dia 16 de novembro, foi encontrada morta dois dias depois em uma área rural da cidade, ao lado do caminhão completamente carbonizado.
De acordo com a PCMG, o motorista havia saído para realizar um frete e não retornou. Após o desaparecimento ser denunciado, as autoridades iniciaram uma investigação que rapidamente apontou para a possibilidade de latrocínio — roubo seguido de morte. Exames periciais confirmaram sinais de violência no corpo do idoso, reforçando a hipótese de que o crime foi premeditado.
Investigação detalhada levou aos suspeitos
O trabalho investigativo começou com a análise do celular usado para agendar o frete com a vítima. O rastreamento das torres de telefonia revelou que o aparelho esteve ativo na região onde o corpo foi localizado. Com essas informações, a polícia identificou dois suspeitos, ambos de 30 anos.
Os homens foram localizados e presos nas cidades de Santo Antônio do Monte e Lagoa da Prata, em cumprimento de mandados de prisão preventiva. Durante os interrogatórios, um deles confessou o envolvimento no crime e revelou o nome de um terceiro participante, de 43 anos, que também foi detido.
Além das prisões, a PCMG cumpriu mandados de busca e apreensão. Em uma das residências, os investigadores encontraram o celular usado no agendamento do frete, peça fundamental para comprovar o envolvimento do trio.
Desdobramentos e novas investigações
Outra descoberta chamou atenção: os dois primeiros suspeitos teriam sido levados até a zona rural de Lagoa da Prata por um motorista de aplicativo. Embora o condutor negue ter qualquer relação com o crime, ele está sendo investigado para determinar se houve envolvimento direto ou conhecimento prévio do latrocínio.
Os três presos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça. O caso segue em investigação para esclarecer todos os detalhes do crime, que abalou a cidade e gerou uma onda de comoção entre os moradores.
A Polícia Civil destacou a rapidez na resolução do caso e reafirmou seu compromisso em garantir justiça para a vítima e sua família.






