Dentre os 171.693 eleitores, 52.504 deles tem pelo menos o Ensino Médio Completo, segundo os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esses números foram apurados conforme repasses enviados ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) pelo cartório da 102ª e 103ª Zona Eleitoral em Divinópolis.
Porém, quando a barra do nível de ensino sobe, o grau de formação do eleitorado decai. Apenas 22.946 tem Ensino Superior Completa. Isso representa 13% do total apto a votar.
Em relação as eleições há quatro anos, mesmo com o crescimento do eleitorado, alguns índices diminuíram e apontam uma qualificação educacional mínima e redução da analfabetização na cidade. Em 2020, os analfabetos eram 2.330, hoje conforme levantamento, são 2.035.
Os números em relação a escolaridade do eleitorado em Divinópolis são os seguintes:
– Analfabeto 2.035,
– Leem e escrevem 5.008,
– Fundamental Incompleto 38.353,
– Fundamental Completo 12.794,
– Ensino Médio Incompleto 26.405,
– Ensino Médio completo 52.504,
– Ensino Superior Incompleto 11.647 e
– Ensino Superior Completo 22.946
O que é possível analisar com tais números?
Não é possível balizar mais aprofundadamente o perfil do eleitor divinopolitano, sem fazer uma análise de conjuntura política e mesmo entrevistar a cientistas sociais e políticos, para além de entender o recorte socioeconômico contratstado com o estado e país, nos últimos anos.
Embasado nesses critérios, há de se ressaltar que por um motivo ou outro, nem todas as pessoas tem as mesmas oportunidades escolares, pois, muitas das vezes, principalmente o grupo assalarido ou mesmo quem pertence as classes econômicas C e D, devem abrir mão de estudar para colocar o que comer dentro de casa.
Com isso, é possível observar ínumeras desigualdades e a vísivel manutenção do sistema predominante, sobretudo por parte e interesse da classe política.
A pesquisa acima aponta que, o mínimo de instrução educacional da população, desenvolve a consciência cidadã e senso de dever participativo. Ao se se emancipar, o indivíduo se torna questionador, quanto ao seu status-quo e o meio onde vive e busca reduzir indivudal e coletivamente, as iniquidades a ele imputadas.






