De 2012 até 2024, Divinópolis saiu de 158.098 para 171.693 eleitores. Esses 13.595 representam um crescimento de 7,2% nos últimos doze anos. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conforme relatório enviado pelo cartório das 102ª e 103ª Zonas Eleitorais, na cidade. A modo de comparação, em 2020, o munícipio contava com 164.433 pessoas com o título de eleitor ativo, isto é, aptas a votarem.
Vale ressaltar que, conforme a Constituição Federal, apenas as pessoas de 18 a 65 anos são obrigadas a votar. A população de 0 a 16 anos não vota. Para adolescentes de 16 e 17 anos, bem como idosos acima da idade prevista legalmente, o voto é optativo.
Eleições 2020
Há quatros anos, Divinópolis teve 112.421 de votos válidos (88,73%), 6.101 brancos (4,82%), 8.178 nulos (6,45%), e 37.733 abstenções (22,95%). Os votos brancos, nulos e abstenções em 2020 chamaram atenção na cidade.
De 126.700 do total participativo, 48.012 apertaram uma das duas teclas ou nem compareceram às urnas. O que representa um percentual de 37,8%. Isso foi mais do que, por exemplo, o prefeito eleito, Gleidson Azevedo, há época no (PSC). Na ocasião, ele obteve 38.566 votos. Ou seja, 34,3% dos votos válidos.
Para completar a contextualização e porcentagem da escolha dos eleitores naquele período, Fabiano Tolentino (CIDADANIA) totalizou 29.391 votos (26,14%), Laiz Soares (Solidariedade) somou 21.514 votos (19,14%), Marquinho Clementino (Republicanos) obteve 5.913 votos (5,26%), Sargento Elton (Patriota) teve 5.489 votos (4,88%), Galileu Machado (MDB), que tentava a releição, ficou com 4.674 votos (4,16%), Will Bueno (Progressistas) contabilizou 3.235 votos (2,88%), a Professora Maria Helena teve 2.717 votos (2,42%) e por último, Ísis Moreira (PSD), com 922 votos (0,82%).
Segundo turno
Segundo o código eleitoral, a lei da Justiça Eleitoral não permite que Divinópolis tenha segundo turno. Para isso, o número de eleitores deve ser de no mínimo 200.000.






