Na última segunda-feira (24/6), o prefeito Gleidson Azevedo entregou as obras que fazem parte da Estratégia Saúde da Família (ESF) São José. Dois dias depois, entregou a reforma do Posto de Saúde da Família (PSF) no bairro Tietê. Ele afirmou ter resgatado a cidade do abandono em infraestrutura e assistência à saúde. No entanto, ontem, terça-feira (25/6), a Prefeitura anunciou a falta de vacinas contra a Dengue em Divinópolis.
Nos discursos do prefeito, ele ainda afirma que segue escutando toda população em busca de levar dignidade à todos. Fato é que a gestão está focada nas infraestruturas, sem preocupação com a assistência e com o acesso aos medicamentos.
A falta de vacinas da Dengue revela uma grave falha de planejamento e gestão. Como resultado, ela interrompe a campanha de imunização, que havia começado em maio e vacinou cerca de 4.280 crianças e adolescentes de 6 a 16 anos. Mesmo assim, seguindo as orientações do Ministério da Saúde, a administração municipal deveria ter garantido a continuidade da campanha. Além disso, é importante considerar que a vacinação é uma estratégia crucial e de baixo custo na prevenção de doenças. Portanto, a ausência de vacinas compromete a saúde pública e demonstra uma preocupante negligência na gestão dos recursos essenciais para a proteção da população.
Lembrando que até o dia 19 de junho, Divinópolis contava com mais de 13 mil casos confirmados da doença e cinco mortes.
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Ué, não entendi o que tem de errado, todo mundo quer um posto de saúde em seu bairro, isso é muito bom, e as vacinas quanto tinha ninguém queria e depois que demorou um tempão para acabar, agora querem a vacina. Coisa de louco.