Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Magalhães cobrava propina de 10% a 12% dos prefeitos em troca de destinação de verbas para obras em municípios mineiros. Em outubro de 2007, ele teria recebido R$ 38 mil do então prefeito de Tumiritinga, Luiz Denis Alves Temponi (PFL), condenado a 11 anos e seis meses de reclusão pelos mesmos crimes.
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Mary Rosane da Silva Lanes, assessora informal de Magalhães, também foi condenada a dez anos e dois meses por envolvimento no esquema, recebendo a propina em sua conta e ocultando a origem do dinheiro. A Justiça determinou a perda dos cargos públicos e o cumprimento das penas em regime fechado para os três réus.