No último sábado (01), nas festividades do aniversário de 112 anos de Divinópolis, por ocasião do desfile cívico miliar, diferente de outros desfiles em mandatos anteriores, o representante máximo do munícipio ficou isolado com a total ausência de autoridades e empresários no palanque – Gleidson Azevedo se viu sozinho, apenas com as presenças de membros familiares, além de secretários, assessores e vereadores da sua base de apoio na Câmara.
Estiveram ausentes, ou no máximo fizeram rápidas aparições, alguns representantes da Policia Civil e da Policia Militar, que conversavam apenas entre eles. Não havia congraçamento, como acontecia em mandatos de ex-prefeitos.
Diretores do Presídio Floramar, e do Centro Socioeducativo, não compareceram. Também não estiveram presentes os presidentes das entidades patronais, como exemplo da Federação das Indústrias de Divinópolis (FIEMG); da Associação Comercial e Industrial de Divinópolis (ACID); da Câmara de Dirigentes Lojista de Divinópolis (CDL); Sindicato do Comércio Varejista de Divinópolis (SINCOMÉRCIO); representantes do Sindicato Rural. Nem mesmo a presença de significativos movimentos sociais, entre outras entidades e pessoas. ENFIM, o prefeito estava literalmente isolado e demonstrando estar sem prestigio nenhum.
No dispositivo (palanque), não havia um único empresário com grande representatividade no PIB da cidade. Nem da Construforte – Construtoras Associadas Divinópolis – MG, que alguns costumavam bajular o prefeito com presentinhos de realização de obras eleitoreiras; entre outros que fazem adoções de bens públicos. Um empresário disse ao Divinews que jamais iria lá: “Pra ser gravado, disse ele”
Do meio político, somente o deputado federal Domingos Sávio esteve presente, também por um breve tempo.
Nem todos os vereadores da base aliada do prefeito, compareceu ao local, como e muito menos o adversários e os que se dizem neutros. O ambiente efetivamente era de “derrota no horizonte”.
Longe do ambiente virtual, de redes sociais e grupos de WhatsApp, onde mobilizam multidões com apoio da milícia digital contra os opositores e aos munícipes os quais os questionam, na rua mesmo, a vice-prefeita e principalmente o prefeito ficaram descolados do público. O discurso populista parece não ter tido efeito no presencial e o clima de frieza e desmobilização não passou despercebido pelas pessoas.
Em outras gestões, principalmente na de Vladimir Azevedo, chegava a ser necessária a existência de dois palanques, no qual, em um ficavam os secretários e assessores e no outro, dezenas de convidados do prefeito. Todos querendo falar com o chefe do poder executivo (VEJA VÍDEO)
A reportagem do Divinews, após ter tido acesso a um prédio, nas esquinas da Avenida Primeiro de Junho com a Rua Rio de Janeiro, do alto, registrou com fotos o esvaziamento do desfile como um todo. Próximo da Lanchonete Pão de Queijo, que em outros anos era difícil de passar, sem esbarra um no outro, este ano poderia andar até de skate.
Pela primeira vez na história, A Polícia Militar não participou do desfile, segundo informação oficial da corporação, a não participação da PM no desfile foi por estratégia logística e de segurança operacional, como policiamento ostensivos não só no local como em outros.
Imagens do desfile deste ano (2024)

























Pelo visto nem o senador que é irmão do prefeito teve coragem de aparecer.
Quem vai querer ficar pagando mico do lado de um doente da cabeça????????
Um prefeito cujo nome é “irmão do Cretino Azevedo” merece ostracismo.
Merecido. Um “prefeito” com o nome de “irmão do Cretino Azevedo” merece ostracismo.
LIXO OCIDENTAL
Interessante observar que a perspectiva de um desfile vazio foi notada pelo próprio Executivo. Na sexta-feira, véspera do desfile, a Secretaria Municipal de Educação publicou uma Portaria obrigando os servidores da pasta a comparecerem ao evento.