Motoristas de ônibus de linhas urbanas se revoltam contra Prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo, por projeto prejudicial a categoria

Será que carinhas serão publicadas ?

Publicado por: Redação

A Prefeitura de Divinópolis, por determinação do prefeito prefeito Gleidson Azevedo (NOVO), reenviou para a Câmara o Projeto EM 020/2023, que obriga os motoristas do transporte coletivo a arcarem com as pesadas multas de trânsito aplicadas ao consórcio Transoeste. O projeto prevê multas que podem ultrapassar R$900, e que seriam descontados nos vencimentos mensais dos motoristas – A batalha no plenário promete, e o Divinews está aguardando como cada vereador vai votar.  

Na tarde desta última segunda-feira (08), aproximadamente 40 motoristas se mobilizaram e compareceram à Câmara Municipal pedindo aos vereadores o voto contrário à proposta do prefeito Gleidson Azevedo.

Continua depois da publicidade

Os representantes da classe dos motoristas foram convidados pela Comissão de Justiça da Câmara, representada pelo vereador Rodrigo Kaboja (PSD), e recebidos pelo presidente da Câmara, vereador Eduardo Print Júnior (PSDB), que havia apresentado emenda para que este projeto não afetasse os motoristas. No entanto, a mesma foi derrubada pelos vereadores da base do Prefeito e não foi aprovada, prejudicando os trabalhadores.

REVOLTA

Na reunião, os motoristas garantiram que, caso o projeto seja aprovado da forma que foi enviado pelo prefeito Gleidson, haverá greve no transporte coletivo. “Os motoristas estão no seu direito, e eu concordo com a revolta deles. O projeto é extremamente prejudicial a uma classe que já recebe pouco e teria que arcar com multas direcionadas ao consórcio. É um absurdo”, declarou Eduardo Print Júnior.

A Comissão de Justiça confirmou que convocará o Prefeito Gleidson Azevedo e o Secretário de Transporte, Lucas Estevam, para que o problema seja discutido com a classe que será diretamente afetada, uma vez que a multa é superior ao estabelecido pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). “Não podem enviar um projeto assim sem debater com os principais afetados. Se é mesmo uma gestão que pensa na geração de empregos, que venham esclarecer as dúvidas aos motoristas”, concluiu Print Júnior.

Além do Presidente da Câmara, estiveram presentes os vereadores Rodrigo Kaboja, Rodysson do Zé Milton, Piriquito Beleza, Ademir Silva; Hilton de Aguiar, Roger Viegas e Ney Burguer.

Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade

comentários

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

🛈 Aviso sobre comentários no Divinews

Os comentários publicados nesta página são de inteira responsabilidade de seus autores. O Divinews Portal de Notícias Ltda não se responsabiliza pelas opiniões, acusações, ofensas ou informações expressas por terceiros.

Comentários que contenham conteúdo difamatório, injurioso, racista, discriminatório, ameaçador ou que incentivem a violência poderão ser removidos sem aviso prévio.

Em caso de requisição judicial, o Divinews fornecerá às autoridades competentes as informações de identificação do usuário, incluindo o endereço de IP da máquina utilizada, conforme prevê a legislação brasileira.

  1. Anônimo disse:

    Divinopolis é uma fábrica de multa se fosse os motorista que pagasse ia iria vira balbúrdia. Só de pensar que trabalho de entregador é tomei uma multa na carga e descarga é pior a carga e descarga é da ruav1°de junho e multa veio da rua Goiás tá na foto do próprio setrans. Recorri é perdi acredita

  2. Anônimo disse:

    Essas multas não se refere ao transito e sim a coisas relacionadas a rotina de trabalho,como por ex: O mtorista esquecer a porta aberta ou então esquecer de mudar o itinerário e etc..

  3. Ricardo disse:

    Porque o próprio prefeito não arca com o prejuízo do consórcio trans oete

  4. Anônimo disse:

    Mas a multa foi feita pelo profissional, no horário do seu trabalho? Se for assim eu concordo que seja eles que paguem,pois oa Infração foi o próprio que praticou.

  5. Humberto Pozzolini disse:

    Este projeto é inconstitucional. A legislação trabalhista não permite o funcionário arcar com tais despesas. É só entrar na justiça que ganha. Agora, por outro lado infração de trânsito como não obedecer as regras de trânsito, demonstra que a empresa não está contratando motoristas profissionais.

Continua depois da publicidade

artigos  relacionados