Divinópolis: Colunista fala do passado, presente e futuro do sobrenome “Azevedo”


A colunista Adriana Ferreira, nesta semana, entre diversos tópicos políticos ressaltou um referente ao sobrenome “Azevedo”, visitando o passado, passando pelo presente e chegando ao futuro – No passado, contou ela:  “João Severino de Azevedo presidiu a primeira sessão da Câmara Municipal da Vila Henrique Galvão, atual Divinópolis, isso em Primeiro de junho de 1912.  Se há 108 anos um Azevedo presidiu um momento que mudou e para melhor os rumos da antiga Vila Henrique Galvão. Há dois meses um outro Azevedo já começou escrever uma nova história para a cidade do Divino. Há 108 anos um Azevedo estava presente quando foi proferido o seguinte Juramento: “juro trabalhar com dedicação e patriotismo pelo bem e prosperidade do município.”

Já, referindo-se ao presente, Adriana constatou: “Hoje caberá a um Azevedo, ainda em estado bruto, fazer valer o discurso secular”

E terminou, com uma expectativa quanto ao futuro: “Se será bem sucedido? Ainda é uma incógnita, mas é preciso que todos tenham em mente: ninguém se faz ou governa sozinho. Traduzindo: para que faça um bom governo é preciso que cada cidadão cumpra a sua parte. É missão de cada um de nós trabalhar para a recuperação de nossa cidade devido a grave crise sanitária em consequência da covid-19 e não se pode esquecer que ainda no governo Vladimir Azevedo, e já acostumados com o Aedes Aegypti, Chinkungunya e Zicavírus e H1N1, o Município e o Estado já se encontravam em estado de calamidade financeira”.

Eleições

Considerando todos os gastos de campanha, quanto será que terá custado para os candidatos cada voto conquistado? Pelas cifras que esta colunista soube que alguns investiram sonhando com o executivo ou com o legislativo, se juntar fel, jiló, limão, laranjinha capeta e  sal amargo, não chega perto do gosto que ficou na boca e pior ainda, no bolso.

Caciques

Gastar por conta acreditando em promessa dos caciques dos partidos é loucura. Não deve se esquecer que são políticos profissionais e promessa para não ser cumprida é com eles mesmo. O quadro muda só se restar demonstrado que está acrescentando capital político para as eleições seguintes, fortalecendo as bases, fortalecendo o partido. Se não, nem se candidate. Se o fizer, é por pura vaidade, teimosia e ingenuidade.  Pense bem! Pense mais! E receba antes.

E

Por falar nisso, todos aqueles que enfrentaram sol, chuva, fome, sede e não receberam de seus contratantes, a justiça para discutir eventuais cobranças é a Justiça Estadual e não a Justiça do Trabalho. E esta colunista sugere que se valham do Cejusc, um órgão criado pelo Tribunal de Justiça que funciona dentro do fórum, sem custas e sem judicialização da relação de empreitada.

Candidatos

Eleito ou não, todos merecem nosso respeito. Deixar seu nome à disposição de um partido não é uma decisão fácil. Para ser candidato é preciso mais que achar que possa fazer a diferença. É preciso acreditar que convencerá o eleitor de que é o melhor, o mais preparado, que é a mudança ou a continuação, pois depende da demanda do eleitor.

Nova forma

Divinópolis atraiu nove candidatos a prefeito e mais de 300 a vereador. Todos prometeram mudanças, até mesmo Galileu, candidato a reeleição. Como a pandemia nos trouxe um novo normal, isso também caberia nas eleições e assim, o corpo a corpo ficou mais restrito e o que deu o tom foram os debates e as redes sociais. Através desses canais, o eleitor pode conhecer os candidatos e apoiar ou criticar. Essas eleições foram um divisor de águas. A velha forma de fazer política parece ter sido enterrada com a eleição de Gleidson Azevedo, que embora de família tradicional na política, com mais tradição que os demais e embora filho do centro da cidade, falou a linguagem da periferia, com diálogo simples e acolhedor e   com um bordão simples e inteligente “Somos nós, ou eles?”.

Passado

João Severino de Azevedo presidiu a primeira sessão da Câmara Municipal da Vila Henrique Galvão, atual Divinópolis, isso em Primeiro de junho de 1912.  Se há 108 anos um Azevedo presidiu um momento que mudou e para melhor os rumos da antiga Vila Henrique Galvão. Há dois meses um outro Azevedo já começou escrever uma nova história para a cidade do Divino. Há 108 anos um Azevedo estava presente quando foi proferido o seguinte Juramento: “juro trabalhar com dedicação e patriotismo pelo bem e prosperidade do município.”

Presente

Hoje caberá a um Azevedo, ainda em estado bruto, fazer valer o discurso secular.

Futuro

Se será bem sucedido? Ainda é uma incógnita, mas é preciso que todos tenham em mente: ninguém se faz ou governa sozinho. Traduzindo: para que faça um bom governo é preciso que cada cidadão cumpra a sua parte. É missão de cada um de nós trabalhar para a recuperação de nossa cidade devido a grave crise sanitária e não se pode esquecer que ainda no governo Vladimir Azevedo e já acostumados com o Aedes Aegypti, Chinkungunya e Zicavírus e H1N1, o Município e o Estado já se encontravam em estado de calamidade financeira.

Importante

Vale lembrar que Divinópolis é a cidade central da macrorregião que abrange mais de 50 municípios e que juntas possuem mais de um milhão de habitantes.  Todos sentirão o peso ou a leveza das decisões do novo prefeito. Que a serenidade e o discernimento estejam sempre presentes para que suas decisões representem soluções. Sê firme! Sê forte! Seu nome já não é mais apenas Gleidson Gontijo Azevedo. Seu nome é sinônimo de esperança em ver as mudanças que Divinópolis precisa!

Escolha acertada

Na sexta-feira, dia 13/11/2020, esta colunista postou em suas redes sociais um texto sobre as eleições. Um dos parágrafos dizia o seguinte: “Em relação aos demais candidatos, foi ótimo todos surpreenderam e apraz-me ver que cada um, à sua maneira, tem uma proposta para resgatar a cidade.  Que o eleito tenha a humildade de analisar os planos de governo dos demais e ver o que realmente pode ser aplicado e se necessário chamar o candidato para compor seu governo. Não é demérito convidar e nem aceitar.” Parabéns Gleidson, Janete e Will Bueno. Que Amarildo Sousa, atual secretário de saúde, permaneça na pasta. Ele é bom no que faz, o momento pede e a população agradece!

Um comentário em “Divinópolis: Colunista fala do passado, presente e futuro do sobrenome “Azevedo”

  • 20 de novembro de 2020 em 08:13
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    O Sargento Elton parece que pensava que a eleição era pra Delegado de Polícia, e a Íris achava que era um concurso pra eleger o vídeo mais bonito.

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