Entidades empresariais de Divinópolis enviam “Carta Aberta” para a imprensa sobre o COVID-19

Publicado por: Redação

As entidades empresariais, Associação Comercial, Industrial, Agropecuária de Serviços de Divinópolis (ACID) Câmara de Dirigentes Lojistas de Divinópolis (CDL) Clube de Engenharia de Divinópolis Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais Regional Centro-este. (FIEMG) Sindicato da Indústria da Construção Civil do Centro-oeste de Minas Gerais (Sinduscon-CO); Sindicato das Indústrias do Vestuário de Divinópolis (Sinvesd) Sindicato do Comércio Varejista de Divinópolis (Sincomércio) Sindicato dos Contabilistas de Divinópolis (Sincondiv), enviaram a seguinte carta aberta para os meios de comunicação da cidade.

CARTA ABERTA DE ENTIDADES À IMPRENSA

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O Brasil tem enfrentado a pandemia do novo Coronavírus Covid-19 com isolamento social e medidas restritivas quanto ao funcionamento das indústrias e do comércio. Estamos passando por uma situação até então nunca antes vivida, o que nos torna vulneráveis quanto às atitudes a adotar.

Estamos cientes da gravidade porque passamos atualmente. Temos dados e informações de outros países, que nos orientam quanto ao rumo a tomar. Porém, há que se levar em consideração as diferentes realidades entre os países.

Acompanhamos várias publicações sobre o assunto e reconhecemos o importante trabalho da imprensa cumprindo com o seu papel de levar à população a informação correta e, muitas vezes, em tempo real. Mesmo que ainda há muito que se revelar sobre o novo Coronavírus Covid-19, como a pesquisa de uma vacina que possa combater com a pandemia, muito já foi divulgado e propagado em termos de formas de prevenção. E, obviamente, que esse tipo de informação deverá se manter para maior abrangência.

Neste momento, queremos propor à imprensa abrir uma ampla discussão ouvindo especialistas e pesquisadores tanto da área da saúde quanto econômica, baseados em estudos científicos, que possam fazer uma previsão do Brasil daqui a três ou quatro meses.

Sabemos que existem muitas dúvidas! Se as pessoas ficam em isolamento social, a economia para. E quando retornarmos à normalidade, em que situação se encontrarão as empresas? Se não ocorrer o isolamento, como assegurar que a transmissão do coronavírus seja controlada?

Sugerimos debater as melhores medidas para o enfrentamento da Covid-19 e de proteção à vida, ao emprego e à renda dos brasileiros.

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Divinópolis, 26 de março de 2020.

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  1. Alexandre Max disse:

    Talvez a falta de atitude dos Políticos é que deixa muito a desejar, poderia ter feito testes nós que são doentes e os casos suspeitos de coronavirus assim poderiam isolar somente eles em todo o território Brasileiro. Tendo total domínio desta situação todo o comércio poderia funcionar normalmente.

    1. Anônimo disse:

      única forma de retornar o comércio seria testar o máximo possível de pessoas.. mas poucos estão sendo testados.. a Alemanha tem a menor taxa de mortes do mundo por covid19 por causa da politica de testar o máximo possível.. nosso presidente esta confiando em números que não são confiáveis simplesmente pq não testam..

    2. Kati disse:

      Acredito que esta faltando um acompanhamento maior de fontes oficiais. O ministro da saúde, na sua coletiva de sexta feira explicou sobre o processo de flexibilização das atividades sociais. Vários estudos estão sendo realizados por parte da equipe do Ministério da Saúde e da Economia em conjunto. O grande problema enfrentado hoje dentro do Brasil, é a fragilidade do sistema de saúde. A proposta do ministro d Saúde, é o distanciamento social, até que aumente a capacidade de realização de testes e o sistema esteja melhor equipado, com treinamento do corpo clínico e aumento de leitos de enfermeira e utis… A partir do ponto que seja alcançado maior robustez do sistema de saúde, essa liberação das atividades sociais e comerciais será feita junto com o governador, a partir das estatísticas de casos de cada região e como o sistema de saúde está apto a atender a população. Para quem deseja se informar, de segunda a sexta, a equipe do ministro da Saúde e da economia estão em coletiva ao vivo com todas as propostas, estudos e medidas a serem tomadas. Tb senado e agência Brasil.

  2. CESAR MENEZES DE CASTRO disse:

    O grande problema é o transporte coletivo, seja aqui seja em grandes cidades… é o lugar que mais vai disseminar o vírus; lembre-se 85% são assintomaticos, ou seja não apresenta sintomas, mas transmite o vírus…para se ter o mínimo do mínimo todos os usuários teriam que usar luvas e máscaras, no mínimo 2 unidades por dia…mas brasileiro adora burlar uma regra, então vários não seguiriam a recomendação, seja por ignorância, falta de dinheiro para comprar ou complexo de superman…ou seja dai sim a Pandemia se espalharia… daí pegaria o vírus e o transportaria para dentro de suas casas…

  3. Isaias disse:

    O Brasil não pode parar. São milhões de Brasileiros que tanto do emprego e renda como dos diversos produtos e serviços oferecidos por empresas e prestadores que não podem atuar. Devemos todos redobrar is cuidados e seguir em frente. Juntos somos mais fortes

    1. Anônimo disse:

      Já escolheu quem pode morrer aí na sua família?

    2. Anônimo disse:

      Haja vista que a visão de comércio já começou deichando a desejar…isto já estava instalado desde janeiro deste ano..mas a economia não podia parar com as festividades de carnaval geram lucros.
      Porque então não tomaram providência nesse período.seria de menor impacto e salvaria muitas vidas.mas os pobres que se lasquem…uma vez que utilizamos o sus.
      Já os grandes tem dinheiro pra fazer uti até em casa…pagar o próprio respirador.
      Quando estão aproveitando pra aumentar até o preço do álcool para os pobres.
      Quantos vão morrer pra manter a economia de pé…não faz questão…
      Dinheiro,dinheiro,dinheiro,…
      Brasil sempre está em crise. Ao que diz respeito aos pobres.
      Mas dinheiro pra roubar tem de montão.
      Tanto que assusta o valor roubado…
      Pq a associação não apelam pra o presidente liberar esse dinheiro que foi roubado pra arcar com os prejuízos.

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