Deputado Cleitinho Azevedo (CDN) nega que será oposição radical ao Governo Zema; terá posição independente em favor do povo


A Assembleia Legislativa de Minas teve uma terça-feira movimentada com uma nova composição dos blocos parlamentares. Três partidos que integravam a base de apoio ao governador Zema se alinharam a outros blocos.

Três dos nove partidos que integravam, no ano passado, do Bloco Sou Minas Gerais, de apoio ao governo de Romeu Zema (Novo), deixaram a base governista e se juntaram a outros dois blocos. São eles o Cidadania, o PP e o PSB, cada um com dois deputados.

Além disso, o PHS, que também integrava o bloco governista, deixou de ter seu único representante na ALMG, o deputado Fernando Pacheco, que comunicou sua desfiliação na Reunião Ordinária e, agora, está sem partido.

O bloco com maior número de deputados passa a ser o Minas Tem História, formado por parlamentares que se autodenominam independentes em relação ao governo. Ele foi reforçado pelas representações partidárias Cidadania e PSB e passou a ter sete agremiações e 23 deputados. Também integram o bloco MDB, PDT, Pode, PV e Republicanos, liderados pelo deputado Sávio Souza Cruz (MDB), conforme comunicado em Plenário.

Já o PP, outro dissidente do bloco governista, migrou para o Bloco Liberdade e Progresso, que passa a ter seis agremiações e 21 deputados. Cássio Soares (PSD) permanece como líder. Com isso, o bloco, também composto por parlamentares que se autodenominam independentes, passa a reunir DEM, Patri, PSD, PSL, PTB e PP.

O Bloco Democracia e Luta, formado por deputados que se posicionam como oposição ao governo, não sofreu alterações. Permanece com seis partidos (PCdoB, PL, Pros, Psol, PT e Rede) e 16 parlamentares, sob a liderança do deputado André Quintão (PT), conforme comunicações lidas em Plenário.

Ainda não foi lida em Plenário a formação de um bloco governista. Juntos, os partidos Avante, Novo, PSC, PSDB e Solidariedade, que integravam o Sou Minas Gerais, somam 16 deputados, número mínimo previsto no Regimento Interno da ALMG para a formação de um bloco parlamentar.

Também de acordo com o Regimento Interno, os blocos têm existência por sessão legislativa ordinária, que corresponde aos períodos de 1º de fevereiro a 18 de julho e de 1º de agosto a 20 de dezembro de cada ano. Eles podem persistir durante eventual convocação extraordinária da Assembleia no recesso parlamentar. A cada nova sessão legislativa ordinária, entretanto, é necessário ler em Plenário a formação do bloco, ainda que ela permaneça a mesma do ano anterior.

Ainda na Reunião Ordinária desta terça-feira, foi comunicada a permanência do deputado Ulysses Gomes (PT) na liderança da Minoria

 

2 comentários em “Deputado Cleitinho Azevedo (CDN) nega que será oposição radical ao Governo Zema; terá posição independente em favor do povo

  • 8 de fevereiro de 2020 em 10:54
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    Esse Cleitinho deveria esquecer seu smartphone com camera e ir trabalhar em prol da cidade, que é sua obrigação como deputado eleito, e parar de achar que está por cima da carne seca e é formador de opinião ou agenciado de votos para candidatos a vereador e a Prefeito. .
    É preciso que alguém diga a ele que fazer oposição ao governo é ruim para a cidade. É preciso fiscalizar e cobrar do governo, isto sim.

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  • 6 de fevereiro de 2020 em 21:46
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    Cleitinho o marquinho clementino merece o seu apoio para. Prefeito voce sabe que ele sera um excelente gestor

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Comentários

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