Irmãos que foram mortos em Caçapava serão sepultados em Divinópolis neste sábado (29); velório será na Vila Vicentina


Segundo o site de notícias G1, Os corpos dos irmãos Evanildo, de 40 anos, e Ronei de Souza, de 43 anos, serão velados na manhã deste sábado (29) em Divinópolis, cidade natal dos representantes comerciais – Eles foram encontrados mortos na noite desta quinta-feira (27) em uma área de mata no Bairro Serrinha, área rural de Caçapava (SP). Os corpos estavam amarrados e com marcas de facadas. A Polícia Civil identificou suspeitos do crime.

De acordo com a família dos irmãos, o velório começará no início da manhã e será realizado na Vila Vicentina, no Bairro Niterói. O enterro será às 10h da manhã.

O crime

As vítimas eram representantes comerciais em Divinópolis e desapareceram depois de visitar clientes em Caçapava. Segundo a polícia, o crime ocorreu no mesmo dia em que os irmãos desapareceram.

Entre os suspeitos identificados estão um adolescente de 17 anos, uma mulher que seria cliente dos irmãos e três homens. Eles teriam combinado um assalto às vítimas, que terminou com a morte dos dois.

“Pelas investigações preliminares, essa última cliente armou o que a gente denomina ‘casa de caboclo’. Eles foram lá para receber, essas pessoas já estavam no imóvel. Eles foram capturados, amarrados, amordaçados e levados até a Serrinha, onde foram mortos”, disse o delegado responsável pelo caso, Régis Germano.

A polícia informou que vai solicitar a prisão preventiva de todos, que ainda não foram localizados.

Buscas

Durante o período em que os irmãos estavam desaparecidos, outro irmão das vítimas, Ronildo Souza, e um cunhado, Vagner Silva, chegaram a percorrer mais de 500 quilômetros visitando lugares por onde os irmãos passaram na região.

Eles conseguiram imagens de câmeras de estabelecimentos comerciais que mostravam onde os irmãos estiveram. As informações foram repassadas para a polícia.

“A gente está desde sábado nessa procura e infelizmente hoje tivemos essa notícia, que encontraram eles sem vida. É pedir a Deus para dar conforto para gente, para a família, para os filhos, que vão precisar agora”, disse Vagner da Silva, cunhado das vítimas.

 

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