Vigilância Ambiental de Divinópolis encontra dois micos mortos no Bairro Esplanada; mas descarta febre amarela


A Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) encontrou, ainda na manhã desta quinta-feira (01), no Bairro Esplanada, dois micos mortos região do Bairro Esplanada dois micos mortos. Imediatamente saiu um comunicado explicando categoricamente que as mortes dos micos, não tem nenhuma ligação com a febre amarela – O Coordenador de Vigilância Ambiental, Erson Ribeiro, explicou que o primeiro mico foi encontrado na Rua Mestre Pedro da Silva no Bairro Esplanada. O animal apresentava sinais de violência com um ferimento na boca. E o segundo animal estava na ponte Nóia Bueno, entre os Bairros Esplanada e Antônio Fonseca, apresentava sinais de atropelamento.  “Assim que soubemos dos macacos nos deslocamos rapidamente para os locais para averiguar a situação”, contou – Ainda segundo Erson, a maioria das causas de mortes de macacos e micos no município são choques elétricos, acidentes ou assassinatos – De acordo com a diretora da Vigilância em Saúde, Janice Soares, o macaco é uma barreira natural para evitar que o vírus chegue até a população.

“É importante lembrar de que o macaco é como um guardião e alerta a população. Encontrar esses animais mortos de forma natural ao redor de áreas de mata pode indicar a presença do vírus na região, assim vai gerar a necessidade de campanha de vacinação das pessoas, antes que ocorram casos humanos da doença”, afirmou completou.

A Semusa esclarece a população que matar animais silvestres é crime passível de punição de acordo com a lei ambiental. “A febre amarela não é transmitida pelo macaco, os principais responsáveis pela contaminação da doença são os mosquitos haemagogus e sabethes. A vacinação é a melhor forma de prevenção”, finalizou Erson.

 

 

2 comentários em “Vigilância Ambiental de Divinópolis encontra dois micos mortos no Bairro Esplanada; mas descarta febre amarela

  • 2 de fevereiro de 2018 em 10:16
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    “Vê, é o sinal, é o sinal das trombetas, dos anjos e dos guardiões”

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  • 1 de fevereiro de 2018 em 21:04
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    O povo precisa mais de escola do que de arroz com feijão. Raciocínio medieval em plena era tecnológica. O divinopolitano tem abusado de direito de ser ignorante.

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Comentários

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