“ISSO É UMA BICHONA”: o ator Paulo Silvino morre, mas o bordão fica

Publicado por: Redação

O ator Paulo Silvino morreu nesta manhã, no Rio de Janeiro. Seu filho João Paulo Silvino lamentou o acontecido em uma postagem no Facebook com a foto do humorista. Paulo ficou conhecido por seus papéis na Rede Globo, como Escolinha do Professor Raimundo, de 1993 a 1995, e mais recentemente no programa Zorra Total, no qual interpretou o porteiro Severino – Paulo Silvino lutava contra um câncer no estômago desde 2016, e estava afastado da TV. De acordo com a Central Globo de Comunicação, ele estava em casa, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio – Paulo deixa três filhos, entre eles, Flávio Silvino, ator e cantor, que sofreu um acidente de carro em novembro de 1993, que lhe deixou em coma durante três meses. Sete anos depois, o ator ainda participou da novela Laços de Família, seu último trabalho.

Vida e obra

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Paulo Silvino nasceu no Rio de Janeiro, no dia 27 de julho de 1939. Filho do comediante Silvério Silvino Neto, o ator cresceu no teatro. Aos 20 anos, lançou um LP de samba, junto com Altamiro Carrilho, Durval Ferreira e Eumir Deodato, intitulado Nova Geração, em que interpretava a maioria das músicas, sob o nome de Silvino Junior. Na sua carreira artística, compôs e interpretou músicas e escreveu e atuou em peças e filmes. Passou pelas extintas TVs Tupi, Continental, Rio e Excelsior. O ator estreou na Rede Globo em 1967, em TV Ó – Canal Zero.

Participou ao longo dos anos de vários programas de humor da Globo: Faça Humor Não Faça Guerra, Satiricon, O Planeta dos Homens, Balança Mas Não Cai, Viva o Gordo, Brasil Pandeiro, Cassino do Chacrinha e os já citados Escolinha do Professor Raimundo e Zorra Total.

 

No SBT, onde atuou entre 1989 a 1992, participou de quadros na Praça É Nossa e na Escolinha do Golias.

De volta à Globo, o humorista integrou o elenco do Zorra Total, em que interpretou personagens como o mulherengo Alceu e o policial Fonseca. Também participou de diversos filmes ao longo da carreira como Sherlock de Araque (1957), Minha Sogra é Policia (1958) e Um Edifício Chamado 200 (1973).

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