A atuação arrogante, prepotente e às vezes até infantil e birrenta de Vladimir Azevedo, de certa forma, pela análise das pessoas mais velhas, mais vividas, com mais experiência já era esperada, pois por mais preparado culturalmente e mesmo com um berço familiar cristão é bastante difícil que o sucesso e a sensação de poder de um jovem que com apenas 36 anos foi eleito prefeito de uma cidade de porte médio como é Divinópolis não lhe subisse à cabeça. Se achando “o cara”. É preciso ter muita estrutura emocional e controle de “ego”, coisa que ele não teve e não tem. Tanto é que em sua propaganda eleitoral atual ele admite que agora aos 40 anos estaria mais maduro e preparado. Contudo os quatro aninhos a mais, ainda não vai fazer tanta diferença, tanto nele quanto na jovem equipe academicista que o cerca.
A discordância no PSDB, claro não revelado abertamente o racha, é que a equipe mais madura do deputado Domingos Sávio não concorda com muitos das atitudes administrativas e política do jovem Vladimir Azevedo, mas por conveniência, e até mesmo falta de tempo já que no seu portfólio político não existe apenas Divinópolis, mas dezenas de cidades mineiras, Domingos “deixa rolar”. Uma provável conseqüência ele vai sentir nas eleições de 2014.
Até contenda entre a Justiça e o Ministério Público ele foi protagonista, a partir do momento em que o Ministério Público lhe imputou uma multa diária pelos vários problemas na área de saúde ele recorreu e um determinado Juiz acatou e lhe deu ganho de causa, como aliás tem sido uma constante, ele e seu grupo ganham todas e não seguem qualquer determinação do Ministério Público. Não adianta nenhum vereador ou cidadão recorrer ao MP, que a Justiça ao final acaba dando-lhe ganho da causa.
Recentemente no TAC, Termo de Ajustamento de Conduta, subliminarmente, ele e seu grupo político jogaram por terra o acordo formalizado entre diversos partidos.
O capítulo de traição começa em 2009 com sua traição com o vereador Edson Sousa, no famigerado episódio da presidência da Câmara, segue depois ele traindo a vereadora Heloisa Cerri, com o terreno dos Franciscanos e várias vezes com o vereador do seu partido Beto Machado, que até se acostumou. Entre outras mais grave, como muitos servidores, que incentivados pelo ex-prefeito Demetrius Arantes nele votaram e hoje amargam um grande arrependimento pelo tratamento que lhes são dados.
Outro caso, entre inúmeros outros de perseguição é do histórico radialista Mario Costa que depois de anos, quase patrimônio da Rádio Sucesso, o queridinho das donas de casa no dial 93,1, foi obrigado a se desligar da emissora e sair da cidade por que teceu críticas ao governo de Vladimir Azevedo. Não concordando com o valor do IPTU e defendendo a população.





