José Francisco Martins quando exerceu o mandato de vereador teria praticado uma série de atos ilícitos com a verba de gabinete, como usar combustível fornecido pela Câmara Municipal, nos seus veículos particulares, arrematar veículos batidos em leilões e consertá-los com aquisição de peças com dinheiro da verba de gabinete, além de comprar tecidos com CPF dos seus assessores, entre eles Roberto Clementino, Moacir, Emerson e Expedito, conforme denúncia da senhora Maria Cristina, na Tribuna da Câmara Municipal.
Ela foi enfática ao informar possuir documentos que comprovam o uso de combustível custeado com recursos públicos para abastecer caminhonete que fazia entregas de confecções.
Agora, na condição de Vice-Prefeito de Divinópolis, José Francisco Martins, segundo a rede social, Diário do Poste, teria formado um patrimônio incompatível com o seu rendimento, participando de loteamentos, em troca de garantir aprovação dos mesmos, na Prefeitura, o que lhe valeu, a nova alcunha – Chiquinho Imobiliária.
O ato da Procuradoria de Justiça de Minas Gerais informando a abertura do inquérito civil foi publicado no último dia 30 de agosto e tem o seguinte teor:
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