Existe uma velha cantiga, no estilo brincadeira de criança, dizendo que um elefante incomoda muita gente, dois elefantes incomodam muito mais, três elefantes incomodam muita gente, quatro elefantes incomodam, incomodam, incomodam, muito mais. E por ai vai a progressão matemática dos paquidermes.
No caso do vereador Edson Sousa, longe da comparação literal e das características dos elefantes, e sim do “incomodo” que um único vereador causa ao poder executivo, sem a necessidade de uma manada de “elefantes”
Foram vários revezes que o governo vem sofrendo, desde o inicio da gestão, que Edson, não se sabe se com ou sem razão, em detrimentos de acordo políticos passado. Julgamento de valores e razão à parte. O fato é que, é um vereador que “incomoda, incomoda, incomoda, incomoda, incomoda” muita gente. Vale pelo outros doze.
Se houvesse uma inversão política-matematica, talvez, não o incomodo fosse infinitamente menor, e não causasse tanto incomodo ao pode executivo.
Cálculo do incômodo
Pelo sistema de cálculo de incômodo, um elefante incomoda muita gente e dois elefantes incomodam muito mais. Três elefantes incomodam muita gente; quatro elefantes incomodam, incomodam, incomodam muito mais. Cinco elefantes incomodam muita gente; seis elefantes incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam muito mais. Então conclui-se que os elefantes incomodadores, quando em grupos ímpares, incomodam pouco, mas quando em grupos pares, incomodam pra caramba. Cada dois elefantes adicionados ao grupo aumenta em 70% do número total de incômodo. Mil elefantes dentro de uma casa incomodam bastante, mas ninguém conseguiu colocar toda a milha de elefantes dentro de uma única casa.
Podemos aumentar a área de incômodo de um elefante incomodador. Para isto, basta comprar uma baleia. Quando uma baleia se junta a um elefante incomodador, toda a matemática vai para o espaço. A casa também costuma ir para o espaço.
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