Além do prefeito, Vladimir Azevedo, estavam presentes no ato solene, a secretária de Desenvolvimento Social, Rosali Kunz, os secretários de Planejamento e Gestão, Antônio Faraco, de Agronegócios, João Orlando de Camargos Júnior, de Fazenda, Antônio Castelo, o secretário adjunto de Desenvolvimento Comunitário, Luiz Gonzaga Militão, o secretário adjunto de Máquinas, Veículos e Equipamentos, Dreyfus Rabelo, o diretor da empresa municipal de Obras Públicas, Ebert Lourenço, vários vereadores, coordenador do Restaurante Popular, Marcos Rodrigues, autoridades e usuários do restaurante popular.
Segundo o decreto, o valor estipulado de R$ 1,00 para o preço da refeição no Restaurante Popular é válido para beneficiários do Bolsa Família, aposentados com renda de um salário mínimo, e pessoas que usufruam de Benefício de Prestação Continuada.
O benefício será estendido, mediamente cadastramento prévio, aos dependentes das pessoas que se enquadrem nas situações apontadas.
Um posto de cadastramento da secretaria de Desenvolvimento Social, foi montado dentro das instalações do restaurante Popular, e os beneficiários cadastrados receberão o “Cartão Usuário Preferencial”, que conterá foto identificadora, e será pessoal e intransferível.
Provisoriamente, até a conclusão do cadastramento, serão aceitos para concessão do benefício os seguintes documentos: cartão do Bolsa Família, cartão de benefício do INSS ou de outro instituto oficial de previdência social, juntamente com cópia do contracheque, e documento comprobatório de recebimento de benefício continuado.
Para a secretária de Desenvolvimento Social, Rosali Kuns, foi muito importante a assinatura deste decreto, pois mostra a preocupação da administração pública municipal com as camadas menos favorecidas. “Divinópolis é uma cidade operária, que precisa ter um atendimento especializado para as pessoas que precisam mais. Esta diferenciação é baseada na própria necessidade de algumas camadas da nossa sociedade”, disse. “Foi uma decisão acertada do Prefeito, pois aqui no Restaurante Popular há um cuidado nutricional dos alimentos. E, com a assinatura do decreto, cuidaremos melhor do nosso cliente preferencial”, completou.
Para o vice-presidente da Mesa Diretora da Câmara, Adair Otaviano, o prefeito merece os cumprimentos pela decisão acertada. “Em nome da Câmara, quero parabenizar o prefeito, porque nós entendemos que há pessoas com necessidades diferenciadas para o almoço aqui no restaurante popular”, afirmou.
De acordo com o vice-prefeito, Francisco Martins, a iniciativa serve também para esclarecer ao povo de Divinópolis de que quem banca a manutenção do restaurante popular é a prefeitura municipal. “Trabalhamos com alimento de qualidade, pessoas habilitadas para que todos saibam que o alimento consumido é de qualidade. Quero parabenizar pela decisão do Prefeito e pelo sentimento social de tratar de forma diferenciada aqueles que têm uma situação financeira menos privilegiada’, destacou.
O prefeito, Vladimir Azevedo, destacou a importância do pensamento conjunto na busca de alternativas para o valor a ser cobrado no Restaurante Popular. “Aqui não existe um herói sozinho. Foi fundamental a discussão com a sociedade, os vereadores, o responsável pelo Restaurante Popular, Marcos Rodrigues, a secretária Rosali, para que deste debate surgisse o decreto que acaba de ser assinado. O vice-prefeito e eu interagimos nesta discussão, o deputado Domingos Sávio também participou”, disse. “A discussão foi importante para lembrar que a contrapartida de R$ 3,24 reais por prato é da Prefeitura Municipal, o que gera um custo estimado de R$ 1,5 milhão de reais, custeados pelos próprios contribuintes do município. Vimos quantas entidades ainda podemos ajudar, como as que fazem trabalhos com drogados e recuperação de menores, por exemplo. Faço um compromisso, de enquanto eu for prefeito desta cidade, este público preferencial terá sempre cobrado o valor de R$ 1 real”, salientou.
Aprovação dos usuários
Para Ana Paula de Faria, de Santo Antônio dos Campos, o valor de R$ 1,00 cobrado pela refeição vai ajudar muito no seu orçamento. “Eu que tenho três filhos, vejo como é importante. Para quem necessita, foi uma obra boa. Eu gostei, porque recebo o Bolsa Família, e R$ 2,00 iria apertar para quem não pode. Então vamos pagar a metade. Foi importante pra gente”, declarou.
A aposentada pelo INSS, moradora do bairro Manuel Valinhos, Conceição Maria Camargos, também gostou da manutenção do antigo valor cobrado pela refeição para os aposentados que recebem salário mínimo. “O preço está bom, porque no meu caso, é difícil ter que fazer comida só pra mim, que vivo sozinha. É difícil. O preço agora tá bom”, disse feliz.
Parte das informações: Assessoria de Comunicação da Prefeitura



