O fato é que, o esgoto de Divinópolis precisa ser tratado. Não há como fugir e adiar. A cidade precisa que isto seja feito. E, para que isto aconteça existem duas opções: a primeira é que o município, a exemplo de outras cidades, crie sua própria empresa de Esgoto, SAAE – Serviço Autônomo de Água e Esgoto, a segunda é a terceirização para uma empresa, que já fica subentendido no parágrafo acima citado.
Como o ex-prefeito Galileu Teixeira negociou, segundo o prefeito Vladimir Azevedo em entrevista coletiva em 29 de maio de 2010, na calada da noite um contrato cedendo a água para a Copasa por trinta anos, uma empresa do município (SAAE) só teria o esgoto. E, a rentabilidade de uma empresa deste tipo seria positiva com o somatório da água com o esgoto. Ao contrário é um risco financeiro para o município.
Com isto só existe uma solução viável, a terceirização para a própria Copasa, porque ela já detém a concessão da água.
É isto que o Prefeito Vladimir Azevedo precisa fazer e é o que ele quer fazer, não existe outra saída. A questão é porque na administração do ex-prefeito Demetrius Arantes Pereira, quando ele (Vladimir) era vereador, o entendimento não foi o mesmo, ele foi um ferrenho opositor de que isto acontecesse?
É possível que agora ele vá encontrar a mesma resistência, a mesma oposição que exerceu contra Demetrius na Câmara para aprovar o projeto do Esgoto. Mas, é importante que este ciclo termine para o bem da cidade. O opositor de hoje pode ser o prefeito de amanhã. Aí a história se repete, volta tudo a estaca zero e o Rio sofre as conseqüências.
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