O Divinews esteve na salinha localizada na Rodoviária de Divinópolis que o município maquiou para dizer que é uma substituição ao desativado “Centro do Imigrante” e ao chegar a encontrou totalmente vazia, com duas “sonolentas” funcionárias. Uma estagiaria e uma assistente social que informaram ter de recursos R$ 1.500 reais para comprar passagens para as pessoas que procuram o local e os mandar de volta de onde vieram. Difícil é encontrar o local pois é escondido no segundo andar sem nenhuma visibilidade, apenas um papel colado na porta. E no momento da visita elas não tinham um centavo para comprar passagem nenhuma.
Enquanto isto atrás do Pronto Socorro haviam vários colchões jogados no chão para abrigar diversas pessoas e até famílias inteiras. Muitos locais são utilizados como “Centro do Imigrante” à céu aberto.
O perfil do amigo Bruno Vieira no Facebook noticiou bem o que está acontecendo com as crianças os núcleos do PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) em Divinópolis. Neste sentido o conhecido Beto da Adefom também manifestou sua preocupação com essas crianças (veja vídeo).
Imagem ilustrativa: crianças do PETI
Aí está o post de Bruno no Face: “Hoje tive uma notícia que me deixou triste,preocupado e assustado com o que possa acontecer…Tive a notícia que os núcleos do Jornada Ampliada,os núcleos do PETI, estão fechados desde fevereiro..Notícia me deixou triste, pois já trabalhei muito tempo nos núcleos e sei o quanto as crianças precisam de frequentar lá, preocupado e assustado com o que possa acontecer com essas crianças “jogadas” na rua em regiões de risco ao invés de frequentar os núcleos…Gostaria de saber,aliás, não só eu, mas as famílias das crianças, o porque do não funcionamento até hoje dos núcleos, pois dizem que as verbas estão vindo..Será que é verdade?Nossos vereadores poderiam fiscalizar o que está acontecendo, o secretário de desenvolvimento social e prefeito poderiam explicar o acontecido..”
Não Bruno ninguém explica nada neste Governo, sempre dão desculpas de erros do passado, no presente, e que vão corrigir no futuro. Ou usam a velha estratégia do não sabiam ou estão aperfeiçoando.
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