A “polêmica” militante de esquerda Catarina Vale, do Sind-UTE, mais aproximadamente 50 pessoas de Divinópolis, e outras de diversos municípios da região, que estiveram na capital federal, com o movimento “Ocupe Brasília”, no momento do conflito que ocorreu na tarde desta última quarta (24), envolvendo jovens infiltrados que quebraram banheiros químicos, e depredaram vários ministérios, entre outros vandalismos, que os organizadores, as muitas centrais sindicais afirmaram que foram pessoas estranhas ao movimento, Catarina falou diretamente com o Divinews às 17 horas, no momento em que retornavam para o Estádio Mané Garrincha, por recomendação da CUT, já que o movimento estava ficando violento, com um grupo de jovens encapuzados, que desconfia-se tenham sido patrocinados pela extrema direita e por empresários, em enfrentamento com a polícia, que segundo ela, exagerou em uma violência desproporcional, em atos de verdadeira covardia, que estavam batendo em quem estivesse na frente – Catarina, que já está retornando para Divinópolis, disse que foram mais de 400 mil pessoas, embora a Policia Militar minimize esse número dizendo que foram entre 30 e 40 mil manifestantes – O motivo do retorno do grupo do Sind-UTE, já que nesta quinta-feira, ainda estão previstas novas manifestações, foi em consequência da assinatura do decreto de Temer que colocou o Exército nas ruas, tornando inviável a manifestação nas imediações do Congresso – A sindicalista, Catarina Vale repudia com veemência a decisão arbitrária de Michel Temer em chamar o Exército, como um ato ditador, um Estado de Exceção – A Presidenta da CUT Beatriz Cerqueira, através de release fez um balanço do movimento em Brasilia – Leia a seguir.
| Presidenta da CUT/MG faz balanço de ato público em Brasília, repudia agressões da polícia aos manifestantes e diz que é preciso mais “Ocupe Brasília” Continua depois da publicidade O ato público chamado pelas Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e todas as centrais sindicais, entre elas, a Central Única dos Trabalhadores reuniu mais de 300 mil pessoas em Brasília, nessa quarta-feira, dia 24 de maio. Beatriz Cerqueira lembra que esse Congresso ilegítimo, que não representa a classe trabalhadora, não tem o direito de acabar com a vida das pessoas. “Vocês podem ver o que acontece na capital Federal todas as vezes que a classe trabalhadora vem, legitimamente, para se organizar, se mobilizar e questionar. Somos recebidos com repressão da polícia, com gás lacrimogêneo. É a polícia batendo na juventude! Precisamos, cada vez mais, ficarmos nas ruas e de mais ‘Ocupe Brasília’, porque a pressão é de fora para dentro. Isso que a gente está vendo não pode arrefecer a nossa disposição de continuar fazendo a luta”. A presidenta da CUT diz ainda que o Minas Gerais deu um exemplo de muita organização e que foram mais de 100 caravanas de todas as regiões do Estado rumo a Brasília reunindo trabalhadores e trabalhadoras de todas as categorias, sindicatos CUTistas, movimentos sociais e estudantis. “É fundamental que a gente faça mais dias como esse e que a gente não se intimide diante desse aparato repressor. Só reprime aquele que tem medo do povo organizado, só reprime aquele que quer silenciar quem pensa diferente. Então, é por isso que a gente tem que gritar mais alto não à Reforma Trabalhista, não à Reforma da Previdência, Fora Temer! Esse congresso golpista ilegítimo também não nos representa”. |
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