O que não devia ocorrer, está acontecendo, a frágil maioria do governo Galileu Machado, de apenas 9, com a margem de mísero um voto de vantagem na Casa Legislativa. É notório que a qualquer momento essa margem mínima, quase inexistente, poderá lhe muito criar, em um futuro não muito distante, muitos dissabores na aprovação de matérias do interesse do Executivo, que em sempre são os mesmo do povo – É preciso relembrar que a existência de duas chapas na disputada da Mesa Diretora da Câmara, embora quase todos digam ao contrário, de que a partir de então não foi formada uma oposição, e que todos os oito que não votaram segundo a vontade do prefeito em eleger o vereador Adair Otaviano, não lhe farão oposição. É apenas um discurso de plenário. Mas não é bem assim. Existe sim uma oposição, que por enquanto é velada, não é escancarada. E pelo andar da carruagem, se os edis não forem bem cuidados pela administração ela tente a se ampliar e o governo perder a mínima maioria que possui – O interessante é que os próprios integrantes do partido do Prefeito ao longo das sessões ordinárias que já ocorreram, têm se incumbidos de encurralar o chefe do Executivo. Cada um à sua maneira e com sua agenda política. Até mesmo o presidente da Câmara vereador Adair Otaviano (PMDB) desce da liturgia do cargo de magistrado da casa, ocupa a função do vereador e cobra que o Prefeito tem que retroceder em algumas posições, ou seja que revogar decretos assinados pelo ex-prefeito Vladimir Azevedo. O vereador Edson Sousa (PMDB), também cobrar que Galileu Machado revoque o decreto que instituiu a CGO e o vereador Delano Santiago (PMDB) que na sessão de terça-feira, como líder do PMDB na casa, apagou um início de incêndio, entre Edson e Adair, diz ser independente e vai votar não de acordo com os interesses do partido ou do governo, mas do povo – O Executivo sem um “link” que faça a mediação com o Legislativo, está igual barata tonta, e olha que o jogo ainda não começou de fato, é apenas um treino. Já que os projetos polêmicos mesmo ainda não aportaram na pauta da Casa, mas que inevitavelmente terão que chegar. Para constatar o que escreve o Divinews é só examinar as gravações das últimas reuniões e em especial a da última terça-feira. Se Galileu Machado resolver revogar tudo o que os vereadores desejam, vai se configurar de fato que a administração de Vladimir Azevedo não existiu – E um dos decretos assinado por Vladimir Azevedo e que está sendo altamente benéfico, de muita valia para Galileu Machado, que se benficia dele, é o Decreto de Calamidade Financeira no município. Alicerçado nele, muitas tomadas ou não de decisões estão ancoradas neles. Neste os governistas questionam “REVOGA GALILEU”.
Na última reunião o presidente da Casa, Adair Otaviano, usando a tribuna, não como o Magistrado do Legislativo, e sim como vereador, solicitou que o prefeito Galileu Machado revogasse a lei 7.970, que versa sobre o estacionamento rotativo.
Já o vereador Edson Sousa (PMDB) quer que o Prefeito revoque a Lei que diminuiu as alíquotas do CGO – Custo de Gerenciamento Operacional dos transportes coletivos. Segundo o vereador ele quer uma discussão mais ampla sobre o caso. Mas avise que se o prefeito não revogar, que estenda tal benefício para as Vans.
O vereador e médico Delano Santiago, o mais votado do PMDB, se proclamou independente da sigla partidária. Que o partido dele, é sim Divinópolis e não letras. E que não tem jeito de enquadrá-lo dentro de um projeto que não sirva aos interesses do povo.
Os outros seis que fazem parte direta da base aliada do prefeito, também não tem demonstrado grandes amores ao projeto do Prefeito, não. Se bem que até então o Governo ainda não tem uma “cara” definida, está meio que colcha de retalho. Ainda, com 36 dias, ou seja um terço do” fatídico” 100 dias de governo, tá meio que perdido em suas ações. Por não ter.






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