Tolentino quer que Prefeitura de Divinópolis revoque decretos que beneficiam Copasa

Publicado por: suporte

Segundo release da Assessoria do parlamentar, o deputado estadual Fabiano Tolentino (PPS), se reuniu com o Secretário Municipal de Governo de Divinópolis, Ricardo Moreira, para repassar toda a documentação coletada por ele a respeito do contrato da Copasa com o município, referente a coleta e tratamento do esgoto. Ele também protocolou um ofício, solicitando que a administração municipal revogue os decretos que beneficiam a empresa. O parlamentar acredita que de posse desses documentos, o prefeito Galileu Machado (PMDB) tenha mais informações e possa analisar melhor o caso – “Acredito que a atual situação que se instalou em Divinópolis, referente ao contrato com a Copasa, está lesando a população. Precisamos, sim, do tratamento de esgoto, mas que ele seja feita de forma justa. A empresa já recebeu os recursos previstos no contrato para construir e colocar em funcionamento a ETE – Rio Itapecerica, mas agora foi beneficiado por decretos que prorrogam o prazo de entrega das obras e permitem que ela continue cobrando a taxa de esgoto e isso nós não podemos permitir. Por isso procurei a atual administração municipal, porque entendo que nesse momento, precisamos agir de forma supra partidária, buscando unir forças para não deixar que esse tipo de injustiça continue”, defende Tolentino – No ofício entregue ao secretário, o deputado pede que o prefeito Galileu Machado avalie e revogue os decretos municipais 9.969 (de 2011) e o 12.375 (2016), ambos assinados pelo ex-prefeito, Vladimir Azevedo. O primeiro, permite que a Copasa cobre pelo serviço de coleta e tratamento de esgoto, ainda que ele não seja realizado em sua totalidade. Já o segundo decreto, prorroga os prazos de entrega de várias obras, incluindo aí, investimentos que interferem diretamente no funcionamento da ETE do Rio Itapecerica – “Vou recorrer a todas as instâncias e poderes que possam intervir nessa situação. Já acionei a Procuradoria Geral da Justiça de Minas e também a Promotoria da Justiça do Patrimônio Público. Precisamos rever toda essa situação e se houver alguma possibilidade de revogar a cobrança da taxa, vamos lutar com todas as forças para que isso aconteça”, finalizou o deputado.

 

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