E seguem as “sangrentas” negociações para a Presidência da Câmara de #Divinópolis

Publicado por: suporte

O ambiente anda tenso pelos corredores e salas da Câmara de Divinópolis. É uma reunião após a outra. O motivo? A disputa da Presidência e a composição da Mesa Diretora. Toda hora surge um fato, ou melhor, um buxixo novo. Na hoste do PMDB já está definido que o candidato é Adair Otaviano, o que provocou até mesmo um puxão de orelha do prefeito eleito, Galileu Teixeira Machado, em um outro peemedebista que está se assanhando em tentar viabilizar o seu nome. Mas aí, contam as más línguas que ele teria recebido um telefonema: “O veio, o nosso candidato, é o Adair Otaviano, cê vai votar nele, né?”. O edil não teve outra resposta a não ser aquiescer que vai votar – O problema que o PMDB enfrenta no momento, é que, aquela vaia dada na diplomação de Galileu fez um grande estrago estratégico para a consolidação de um nome do PMDB sendo de consenso para a Presidência – Como a claque dos ou das “galiletes” não fazem leitura estratégicas, são movidos somente pela emoção, quem puxou a vaia, não tem a mínima dimensão do quanto atrapalhou a governabilidade de Galileu Machado. Quem vaia esquece, quem é vaiado nunca esquece. E agora, quem já estava quase fora do páreo, voltou para o “ringue”, até com chances, tudo em consequência da vaia – A premissa básica de qualquer eleição, em qualquer cenário, é fazer campanha, sendo afável com seus eleitores, e pedir votos. Entretanto, tem um ou outro que não faz esse dever básico de casa, que é buscar o eleitor no corpo a corpo. Claro, fica em desvantagem na disputa – No curso de treinamento dos vereadores, no encerramento, sabe quantos dos pretensos candidatos, dos mais antigo estavam em plena campanha com os novatos? apenas um, bem mais tarde apareceu um outro. Um terceiro estava em seu gabinete e um quarto, sequer apareceu – Não se ganha votos só através só de suas lideranças políticas, tem que colocar a cara, ir atrás e quem não soube aproveitar, perdeu uma excelente chance de se mostrar durante os três dias de treinamento dos novos edis e seus assessores, que queiram ou não, dependendo do tipo de relação construída entre eles, podem influenciar no voto do vereador – Dos novatos, dois que estavam ávidos pela cadeira de Presidente, segundo informações, que mudam a toda hora, dois já haviam desistido. É possível que ao final dois nomes disputem a Presidência. Mas até o momento, nenhuma chapa se formou – Hoje (21) teve até ameaça de um dos candidatos, com o outro, que se ele ganhar, vai exonerar todos os cargos do oponente – Os deputados apenas falam quem não vão interferir no processo, mas no final entram sim, pois as eleições de 2018, já está em andamento há muito tempo – Lembrando que, para um candidato se viabilizar como presidente, ele precisa de 9 votos, dos 17 em disputa – Além de conseguir formar a Mesa Diretora, com um vice-presidente, um primeiro secretário e outro segundo secretário – Depois do Natal daremos nomes aos “bois”

 

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