Diante do cenário caótico que Divinópolis e centenas de outras prefeituras Brasil afora apresentam. É quase que inexplicável a determinação que Galileu Machado, e seu grupo político, capitaneado por Fausto Barros tem por assumir o município, só para se ter uma ideia, em janeiro, para não repetir a atual história de atrasos e cumprir sua promessa de campanha, até o 5º dia útil do mês, ou seja no dia 6 (sexta-feira), terá que desembolsar de uma só vez, quase R$ 15 milhões referente ao pagamento do salário dos servidores do mês de dezembro, além de outros restos a pagar, que podem ficar para trás, como exemplo os acertos das exonerações dos cargos de confiança, somados, caso o atual prefeito não consiga honrar, parte do 13º salário, isso na primeira semana de governo – Na prestação de contas que o prefeito fez no dia 2, na sede da AMVI, traçou um tenebroso panorama financeiro, explicitando um déficit de R$ 33 milhões de reais – Foi explicitado também que o município pode receber a qualquer momento algo em torno de R$ 86 milhões referente ao FUNDEB. Contudo, é preciso lembrar que este valor é verba carimbada que só pode ser usada na educação – A brutal queda da atividade econômica do município reflete diretamente no repasse do FPM (Fundo de participação do município) que é composto pelas alíquotas de IR, IPI e ICMS – Na apresentação, o prefeito fez um retrato catastrófico da economia do município para os próximos anos – Em administração, quando envolve números não existe milagre, se puxar de um lado falta do outro, se puxar do outro, falta de um. O coberto é pequeno. É aguardar as “magicas” que serão feitas para resolver o estado de penúria do município. Mas que muitos vão reclamar, é líquido e certo. Uma coisa é a campanha, a eleição, a festa da diplomação, da posse. Outra é o dia a dia. E apertem os cintos, que vem muitas dificuldades aí. Ou alguém acha que Galileu é mágico? Que só o seu nome basta para resolver as crises? Como muitos estão propagando nas redes sociais e nos comentários do Divinews; “A lenda, vem aí”.