
Referente aos cargos comissionados a política de austeridade com a ocupação de cargos de livre nomeação sempre foi pautada desde o primeiro mandato do atual governo. Em comparação à gestão anterior a 2009, o atual governo reduziu em 37% os cargos comissionados e vem fazendo isso gradualmente. Atualmente ocupa apenas 70% da estrutura prevista no organograma do município, sendo que quase a metade é preenchida por servidores de carreira - Já às despesas de publicidade são necessárias para prestação de contas à população e informações de interesse público, sendo indispensável o acesso à informação, principalmente através de veículos de massa, norteando-se aos princípios democráticos e de transparência. Todos os recursos empregados estavam dentro da previsão legal e orçamentária - Por fim, vale ressaltar que a Prefeitura sempre priorizou o Instituto dos Servidores, tanto que assumiu o pagamento de R$ 13,5 milhões em contribuições patronais não recolhidas em administrações anteriores.
A Nota Oficial da Prefeitura foi motivada por uma noticia postada no site do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Em que todos os meios de comunicação se basearam para noticiar. Posteriormente, o MP de Divinópolis em entrevista coletiva somente para as emissoras de TV, explicou o que começou a ocorrer há 7 anos, ou seja, entre 2009 e 2012, ainda de uma denúncia de quando Edson Sousa (PMDB) era vereador, e somente agora, faltando dois meses para o término da atual gestão, teve um desfecho. O Divinews na ocasião, falou sobre o assunto à exaustão. Em que pese que, o motivo da ação proposta pelo MP, ter sido uma prática na administração do ex-prefeito Galileu Machado.
Essa foi a noticia publicada no site do MPMG
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Divinópolis, propôs Ação Civil Pública requerendo que o prefeito e dois ex-gestores do Instituto de Previdência Social dos Servidores do Município (Diviprev) sejam obrigados a restituir ao erário R$ 2.263.123,32 – valor atualizado para R$ 4.948.950,27, em setembro deste ano -, e que os três sejam condenados pelos danos causados ao erário.
A Ação Civil Pública de Responsabilização pela prática de Atos de Improbidade Administrativa foi proposta pelo promotor de Justiça Gilberto Osório Resende, com base no Inquérito Civil Público nº 0223.13.000153-8.
Conforme apurado, o prefeito atrasou o cumprimento da obrigação de custeio do Regime Próprio de Previdência Social dos servidores municipais. Já os dois gestores da Diviprev não cobraram, no prazo, os valores que o município deixou de pagar, entre 2009 e 2012, período em que a remuneração e a contribuição de cargos comissionados custaram aos cofres públicos cerca de R$ 42.777.964,70.
Para a Promotoria de Justiça, o prefeito não estabeleceu o cumprimento das obrigações patronais como prioridade de sua administração nem cumpriu as normas para evitar a mora com o Regime Próprio de Previdência Social.
Eventos e publicidade – Além disso, no mesmo período, o prefeito gastou mais de R$ 7 milhões com publicidade e propaganda e com eventos como inaugurações, homenagens e aniversário da cidade.
Consta também na ação que as despesas com publicidade pagas pelo município no primeiro semestre de 2012 superaram a média dos três anos anteriores, o que, violando o artigo 73, inciso VII, da Lei das Eleições, segundo o promotor de Justiça, leva à conclusão de que o prefeito teria ampliado os gastos com publicidade visando à própria reeleição em 2012.
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24/10/2016
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