O Divinews ouviu na noite desta segunda-feira (04), o ex-prefeito Demetrius Arantes Pereira, que administrou Divinópolis no período de 2005 a 2008, quando foi liberado os recursos de R$ 46 milhões, referente ao PAC SANEAMENTO. Contudo, senão, todavia, Demetrius explicou que em sua gestão foram usados somente R$ 1,6 milhão, o restante, descontando a contrapartida de 10%, R$ 43 milhões ficaram na conta do município para a gestão do então prefeito eleito, Vladimir Azevedo – Demetrius disse que não teve acesso ao inquérito para saber do que é acusado. Afirmou ainda que foi ouvido em uma oitiva e explicou ao delegado que os técnicos e mesmo a caixa consideraram que não houve superfaturamento e ainda que a cessão do contrato era legal, segundo análise de juristas – O ex-prefeito, afirmou ser novamente vítima do sistema, assim como foi no passado na Operação Pasárgada, quando nada ficou provado contra ele, e ninguém pediu desculpas pelo erro cometido. Demétrius disse que o delegado está equivocado, colocando em cheque a vida de um cidadão. “Minha vida foi totalmente investigada tive o meu sigilo bancário e fiscal quebrados e nada foi descoberto e chegara a conclusão que o meu patrimonio é compativel com o faturamento da minha empresa” – “Sou uma pessoa reclusa, não aceitei sequer ser assessor do Governador. A decisão do delegado, acaba de atrapalhar 10 anos de reconstrução do meu nome, que foi arrasado por um equívoco”. O ex-prefeito que está, ou estava ensaiando uma possível candidatura a prefeito de Divinópolis, em tom de lamentação perguntou: “Será que vale a pena ser candidato?” – O ex- prefeito disse ainda que ninguém lembra ou não sabem que na época da instalação da Universidade Federal, ele tirou do bolso quase R$ 80 mil reais para viabilizar a instalação da UFSJ na cidade.
Ex-prefeito contesta indiciamento de Delegado da PF – “ele está equivocado em suas denúncias”, afirma Demétrius Arantes

Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade


.jpg)

.jpg)
