O Divinews em levantamento realizado no CENTROS DE COMPRAS DE CONFECÇÃO DE DIVINOPOLIS, que são chamados de shopping, constatou que, no maior e mais antigo deles, o DIVISHOP, encontrou, para a realidade do shopping, o exorbitante número de 10 (DEZ) lojas vazias, que estão desocupadas já há alguns meses, lembrando que o DIVISHOP é o centro de compras que tem a política mais agressiva, tanto na estratégia comercial, quanto de marketing, realizando desfiles de lançamentos de coleções, outono/inverno e primavera/verão, freta ônibus especiais para lojistas de outras cidades que se comprometam comprar no shopping, além de pagar, em alguns casos, baseado em volume de compras, hotel para determinados lojistas – Sobre o DIVISHOP, com suas 166 lojas, no passado chegava a existir fila para ocupar qualquer uma que ficasse vazia, e os preços do ponto superavam tranquilamente os 100, 200 e até mais que 300 mil. Mesmo assim, com 10 lojas fechadas no momento, não representa nada, é um oásis de prosperidade em meio ao verdadeiros caos estabelecido, não só pela crise econômica do pais, mas por gestão e estratégia equivocada de um ex-presidente de um sindicato, que nunca pertenceu ao setor e sim no ramo de produtos de limpeza, mas foi empurrado para dentro do setor – O recém inaugurado, o pequeno VILLA SHOPPING, com 28 lojas, está literalmente fechado, todas estão vazias – O JK Shopping, que no passado disputava com o DIVISHOP não apenas o movimento comercial, mas as ações de marketing, está às moscas, com 7 lojas vazias no primeiro piso, enquanto no segundo piso a situação se inverte com apenas 3 lojas ocupadas, o resto são lojas vazias. – O CENTER PLUS, como só tem um andar, e um menor número de lojas, tem apenas 2 (duas) lojas vazias - A mesma situação caótica do JK SHOPPING e do VILLA SHOPPING, está o OESTE CENTER, com algumas lojas abertas no 2º piso e o restante fechadas, muito embora também no primeiro piso existam algumas lojas também de portas cerradas – Até o PICADILLY, que é um centro de compras com suas lojas votadas todas para a rua, existem duas lojas fechadas – É preciso não esquecer de contabilizar o Divimodas que existia no inicio da Rua Pitangui, já faz alguns anos, ele foi totalmente fechado, pulverizando dezenas de lojas e empregos – Resumindo: estabeleceu-se o verdadeiro caos no setor confeccionista que já chegou a possuir mais de mil industrias e atualmente chega no máximo a 700. Lembrando que o próprio sindicato não tem esse número exato. E de quem é a responsabilidade? Uns responderão que é o momento econômico do país, o mais pontuais e com veia política partidária, dirão que é do PT, do Lula e da Dilma. Mas não é só deles. É também da política de atuação equivocada no segmento. Fazer gestão de privilégios para alguns confeccionistas, sempre os mesmos, uma panelinha, em detrimento da maioria que vende o almoço para comprar o jantar, e vende a jantar para comprar o almoço. E empregar recursos no lugar errado, como ocorreu com o caso do Portal de Vendas, que o SEBRAE despechou milhares de reais em um projeto que não se consumou, além do MVB Card, que a qualquer momento vai explodir – A política correta, segundo os mais confeccionistas mais experientes do setor e não os amadores, que cairam de paraquedas para fazer carreira sindical, é trazer o consumidor para a cidade, e não apenas levar uma meia duzia de empresas/panelas para participar de glamorosos eventos, que não vendem nada.
Imóveis vazios nos shoppings de compras e nas ruas. Existem muitos outros imóveis que não registramos