Esse pode ser o início de uma escalada de violência, sem precedente no Brasil pós redemocratização, propiciada pelo radicalismo exacerbado dos dois lados, os prós e os contra o impeachment de Dilma, Lula e o PT – As autoridades, algumas totalmente insana e irresponsáveis, não medindo as consequências do que pode ocorrer no país, motivados pelo JN pensam que só existem grupos favoráveis ao impeachment, já que o telejornal do maior grupo de comunicação do pais, agindo de forma golpista passa essa falsa impressão que todos são favoráveis à saída da Dilma e a prisão de Lula, e não é bem assim. Os parlamentares, os deputados e senadores que se deixarem levar por esse pensamento, ganharão eleitores da classe média e alta, e poderão perder nas classes menos favorecidas e entre os intelectuais que veem o cenário político de outra forma. Enxergam como golpe mesmo. Só que turma pró-golpe é mais barulhenta, age de forma mais radical – Voltando ao fato, foi assassinado em Guarulhos, na tarde desta terça (22), a tiros e facada o advogado criminalista Leandro Balcone, de 35 anos – Tanto o Movimento Brasil Livre e o Partido dos Trabalhadores divulgaram notas de pesar e a grande mídia não deu o destaque que deveria ter dado para a primeira morte ocorrida, possivelmente em consequência desta louca radicalização. A motivação do assassinato e os suspeitos as autoridades não divulgaram nada a respeito – O escritor Luis Fernando Verissimo fez essa previsão ( veja matéria no 247 ) VERISSIMO PREVÊ CADÁVER E DIZ QUE MORO PODE TUDO
“Do jeito que vão as coisas e as pessoas, entramos num período de expectativa técnica: quem será o primeiro cadáver dessa guerra? Não se sabe seu gênero, sua idade, sua raça ou o que o matará – mas ele toma forma, e vem vindo. Depois, os dois lados se culparão mutuamente pela sua morte, e todos lamentarão a tragédia – o que para ele não fará a menor diferença”, avisa o escritor Luis Fernando Verissimo, um dos maiores intelectuais brasileiros, sobre o clima de pré-guerra civil instalado no País; em sua crônica, ele também critica o que considera abusos do Paraná; “as leis brasileiras foram simplificadas a uma só diretriz: o Moro pode tudo”