FIASCO: SINTRAM só reúne 130 dos 4000 servidores existentes na Prefeitura de Divinópolis – Definem PARALISAÇÃO no dia 21 e GREVE no dia 28

Publicado por: suporte

O Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Divinópolis e Região, em uma minúscula Assembleia Geral Extraordinária, com a presença de apenas 130 pessoas dos cerca de 4000 servidores municipais de Divinópolis, sem levar em consideração os aproximadamente 1000 contratados, incluindo os cargos de confiança, na tarde desta quarta-feira (15), deliberou por uma paralisação na próxima segunda-feira (21), como termômetro para uma greve que foi agendada para começar na segunda-feira seguinte, dia 28 – Durante a Assembleia muitos servidores se pronunciaram veementemente contra o prefeito, Vladimir Azevedo, por ele não ter cumprido o que foi prometido verbalmente, ainda no ano passado na época da votação do projeto que mudou o indexador dos servidores que ganhavam 1,5 salário mínimo, que era indexado ao reajuste do salário mínimo e que foi considerado inconstitucional pela justiça e por essa razão foi extinto.

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Votação pela paralisação na proxima segunda (21)

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Estavam à mesa, o famoso Toró, a não menos famosa Ivanete Ferreira, além da presidente do SINTRAM, Luciana Santos, como sempre, demonstrando muita insegurança diante do momentos turbulento que a categoria do qual ela representa como gestora maior do sindicato, pelo menos em tese, está passando neste momento. Muito embora, existe a atenuante que a arapuca foi armada pelo “estrategista” Gigante, diretor de uma das pastas do sindicato, que coincidentemente não estava presente na Assembleia, pois se tivesse dominava tudo e não deixaria ninguém falar e determinaria ou manipularia ao seu bel prazer, como tem feito ao longo dos anos que está no sindicato.

Para entender melhor o estrago que foi feito para os servidores que ganhavam 1,5 salário mínimo. É preciso antes ler essa matéria do Divinews que foi publicada no dia 21 de dezembro de 2015.

Em meio ao tumulto entre sindicatos e servidores, Câmara de Divinópolis vota e aprova novo indexador dos salários dos servidores públicos municipais

Quando todos pensavam que a votação do projeto EM-054/2015 seria tranquila, na sessão extraordinária desta segunda (21), quase que um referendo da proposta que o prefeito Vladimir Azevedo, enviou para a Câmara, com a anuência do SINTRAM, o clima ficou tenso, logo após o pronunciamento do vereador Adair Otaviano (PMDB) que alertou os servidores sobre a validade da lei ser somente a partir de 2017 e não em 2016 – E através da apresentação de um cálculo, o edil explicou que o salário mínimo será de 871,00 (oitocentos e setenta e um reais), e que o valor de um salário mínimo e meio, que anteriormente era tido como piso da categoria, em 2016 se fosse mantido o mesmo indexador equivaleria a R$ 1.306,50 (Hum mil trezentos e seis reais e cinquenta centavos). A partir de então, alguns servidores, tendo à frente o SINTEEMD, começaram a solicitar que o projeto fosse retirado da pauta, ou que não fosse aprovado – A discordância entre alguns servidores e os dois sindicatos, levou o presidente da Câmara, Rodrigo Kaboja, a suspender a reunião por cerca de meia hora, para discutirem no plenarinho, com a representação dos dois sindicato, como seria a votação, se os vereadores o aprovaria ou não – No plenarinho, segundo informações, o eminencia parda do sindicato, o presidente de fato do SINTRAM, o médico sindicalista, Alberto Gigante conseguiu convencer os vereadores a votarem favoráveis à aprovação do EM-054/2015, que acabou sendo aprovado por unanimidade – Contudo, alguns servidores, os que ganham o piso, estão temendo que em 2016, por ocasião do reajuste, a negociação do Executivo, passe longe do valor que seria equivalente a 1,5 salário mínimo. Nos cálculos do vereador Adair, R$ 1.305,50, Mas no valor real aprovado no âmbito federal o valor seria de R$ 1.298,25, já que o mínimo será de R$ 865,50 – O Sintram conseguiu levar para o plenário um número maior de servidores que eram favoráveis à aprovação do projeto, do que o Sinteemd, com os que eram contra – Foram exibidas faixas e cartazes no plenário da Câmara – Por fim foi aprovado a utilização do IPCA/IPEAD, que substituirá o INPC, que foi julgado inconstitucional pelo STF, como indexador de salários, pela súmula 42

Ressalte-se que Gigante como grande articulista que pensa ser, foi para os bastidores da Câmara, conversar com os vereadores para que eles aprovassem o projeto de Lei. E depois ficou sentado ao lado da presidente, com cara de poucos amigos, achando que estava fazendo uma jogada de mestre, como ele sempre pensa, na verdade, se acha imbativel, invencível.

Veja algumas participações de revoltados servidores 

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