Kaboja entende que estabelecendo multa para o proprietário do posto, este poderá justificar para o cliente os motivos de não atendê-lo “em um mero capricho de completar o tanque de seu carro até a boca, tendo em vista que com a aplicação de multa seu negócio torna-se inviável.”
Para divulgar a informação a lei prevê ainda que seja afixado um cartaz próximo bomba de combustíveis elaborado pelo Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Divinópolis e região, informando da proibição.
A bomba do posto tem um sensor justamente para detectar esse limite. Ela corta o abastecimento automaticamente ao detectar que o reservatório está cheio. Se ele receber combustível além do necessário, esse excesso atingirá o filtro de cânister, uma peça responsável por evitar que gases tóxicos, os hidrocarbonetos, cheguem ao meio ambiente. O líquido irá molhar a peça, que tem carvão por dentro. Além de prejudicar a peça, que precisará ser trocada, o combustível no cânister faz soltar as partículas de carvão que existem dentro dele. O carvão acaba parando no tanque e pode ser sugado pela bomba de combustível, provocando falhas ao chegar no sistema de injeção.
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