A empresária relatou que passou momentos de terror, por que eles não deixavam que ela sequer raciocinasse e a monitorava direto no telefone. Dizendo que ela não poderia falar com ninguém.
Segundo Gislaine, eles diziam para ela a todo momento: “onde você está agora?”. Quando supostamente ela estava na agencia lotérica, eles chegaram a perguntar quantas pessoas tinha na fila. Só que, a empresária em nenhum momento esteve em nenhuma agência bancária, ela simulava que estava e dizia que haviam 20 pessoas na fila. E eles sempre perguntando “quantas pessoas tem agora?”, e ela continuava na sua simulação. Ao mesmo tempo em que escrevia em um pedaço de papel pedindo socorro, relatando o que estava acontecendo.
Até que um amigo dela, ligou para a polícia falando sobre o que estava ocorrendo. E ela deu um jeito de ludibriar o bandido no telefone, desligando o telefone. Foi quando o policial lhe instruiu que era um golpe e que ela não atendesse mais a ligação não identificada.
Gislaine contou ainda que durante todo o seu drama, uma das vezes a ligação caiu e o bandido voltou a ligar ameaçando que isto não acontecesse novamente, senão eles matariam o filho dela.
O editor do Divinews, resolveu reproduzir este fato, que não foi sequer registrado na polícia, não foi feito nenhum Boletim de Ocorrência, e a polícia também esteve na sorveteria, passou apenas as coordenadas por telefone, para alertar as pessoas que pensam estar distante de suas realidades, mas acontece. Como aconteceu com Gislaine. Que autorizou a matéria também com este objetivo. Que as pessoas fiquem atentas às ligações com números estranhos e não identificados.






