Servidores lotam Câmara, intimidam e acuam vereadores para não votarem projeto de desindexação (veja imagens)

Publicado por: suporte

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O resumo de tudo, é que os servidores protestaram à vontade e sem retaliação, contra o anuncio que o CAAF fez extinguindo o piso salarial da categoria baseado em 1,5 salário mínimo que hoje corresponde a R$ 1.182,00, além da extinção do gatilho salarial para as demais categorias que estavam indexados ao INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

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Os vereadores mais vaiados foram Marcos Vinicius (PSC), pois caiu na “besteira” de há alguns dias ter anunciado o fim do gatilho, anexado pelo INPC. Tentou consertar hoje no plenário dizendo que o seu anúncio, no passado, teria sido para alertar os servidores. Não adiantou, continuou a ser vaiado.

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Já o vereador tucano Adilson Quadros, por pertencer ao mesmo partido do prefeito Vladimir Azevedo, foi solenemente vaiado. Tentou também justificar que sempre apoiou os servidores, mas também não adiantou, seguiu sendo vaiado.

O vereador Rodyson Kristinamurti, marcou presença no painel, mas, não se sabe o motivo, em nenhum momento sentou em sua cadeira. Não apareceu no plenário. E segundo informações colhida pelo Divinews, fez bem, já havia palavras de ordem preparada para ele.

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Segundo as presidentes do SINTRAM e SINTEMMD, Luciana e Cida, em entrevistas diferentes, avisaram que a classe está mobilizada e continuará mobilizada, contra a votação do projeto, que o governo prometeu enviar retirando o parágrafo que indexa os salários dos servidores ao mínimo de 1,5 que atualmente corresponde a R$ 1.182,00. A intensão final do governo é que através de congelamentos, o salário base passe a ser de apenas um salário mínimo e não um e meio.

O fato é que, enquanto os servidores que estavam em uma suposta “zona de conforto”, tendo os seus salários sendo reajustados automaticamente, indexados ao salário mínimo, as manifestações da categoria nos últimas anos não

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tinham a participação maciça, pois segundo dados do próprio CAAF (Conselho de Acompanhamento Administrativo e Financeiro) esta faixa de 1,5 salário mínimo representa 65% da folha de pagamento, ou seja, a maior massa de servidores da prefeitura. Agora é diferente todos passaram a estar no mesmo barco, eles e os que servidores que tinham gatilho indexado pelo INPC. Passou de uma insatisfação parcial, para uma generalizada.

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Politicamente, a insatisfação da categoria vai cair diretamente no colo do candidato que for indicado, ou que tiver o apoio do governo para disputar a prefeitura ano que vem. Já sai na campanha perdendo de 1,5 x 0. Isto se o placar não for mais dilatado, somados a outras ações.

 

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