Na última segunda-feira (3) fui até o Hospital Santa Mônica para um exame de colonoscopia e fiquei indignado com o atendimento.
Para o exame, é necessário que o paciente esteja anestesiado, até ai, tudo bem. O problema se deu após o exame, momento em que eu ainda inconsciente e sob o efeito da anestesia, funcionárias do hospital me acordaram a força para que os lençóis do leito em que eu estava pudessem ser retirado para que em seguida, pudessem efetuar a limpeza do quarto.
Como eu ainda estava sob o efeito da anestesia, passei a delirar, momento em que a enfermeira veio me repreender. Na sequencia, me tiraram do leito e me colocaram na cadeira. Nesse momento, voltei à consciência e comecei a passar mal, boca roxa, pele pálida… Por alguns minutos permaneci completamente “apagado”.
Minha mãe me acompanhava e preocupada, começou a gritar por socorro e ninguém aparecia. As faxineiras que estavam no local fingiam não ouvir e alegavam que a enfermeira tinha se deslocado para o centro cirúrgico o que impedia o meu atendimento. Sob ameaça de um escândalo por parte da minha mãe, a enfermeira chegou e pediu para que eu me retirasse do hospital, alegando que eu já tinha condições clínicas para ir pra casa.
O que chama a atenção, é que desceram comigo até a recepção, em uma cadeira de rodas. Ai eu pergunto: Quem está em condições de ir pra casa, precisa de cadeira de rodas?
Já na recepção do hospital, entrei em crise novamente. Boca roxa, mãos frias e tremulas, pele pálida… Minha mãe desesperada gritou por um socorrista que passava por perto. A princípio, ele ignorou, na sequência, disse que não trabalhava no hospital e negou atendimento. Minutos depois, uma equipe de enfermeiros do pronto-socorro do hospital me atendeu e seguiu com os procedimentos. Se o serviço fosse um favor, eu até entenderia, porém o serviço é pago, e bem caro por sinal.
Deixo aqui a minha indignação em relação ao péssimo atendimento da equipe responsável pelo exame do Hospital Santa Monica.
NOTA DIVINEWS: Diego preferiu que o Divinews divulgasse o caso, para que a repercussão negativa do hospital, não causasse problemas para os veículos de comunicação que ele trabalha, diretamente ou faz trabalhos eventuais como freelancer. PODE ISSO?






