Para líder do governo, o petista Durval Ângelo, os parlamentares entenderam a necessidade de socorrer o Estado. “Por causa dessa crise em que se encontra o Estado de Minas Gerais, que nos últimos 12 anos gerou um déficit orçamentário que hoje chega a R$ 7,2 bilhões, é que existe esse olhar de preocupação para a necessidade de se voltar a investir em Saúde para a construção dos hospitais, em Segurança Pública com a contratação de novos servidores e recuperação da frota das nossas polícias, que foi sucateada ao longo dos anos, e na Educação valorizando os professores e melhorando a qualidade das nossas escolas”.
Com a aprovação da lei, o governo de Minas poderá utilizar no primeiro ano 75% dos valores hoje depositados em juízo. A partir do segundo ano esse percentual cairá para 70%. Dessa forma o Estado garante um fundo de reserva para devolução dos recursos a partir de decisões judiais futuras.
Fonte: Minas Melhor






