Prefeito de Divinópolis, através do CAAF, desautoriza secretária de Educação a fechar CMEIs – Eles permanecerão abertos

Publicado por: suporte


No fato aparente, os membros do CAAF demonstraram controle do equivocado episódio, quando uma secretária a seu “bel prazer” resolve logo implementar uma ação de economia. Contudo, em alguns momentos a insatisfação e contrariedade é latente quando dizem que foram cometidos erros na divulgação, precipitação tanto da secretária titular Rosemary Lasmar, quando no adjunto João Renato, em ir às unidades tentar explicar sobre o fechamento.

Honor Caldas, transferiu algumas responsabilidades da crise financeira do município para os governos do Estado e Federal, ao dizer por exemplo que o município ainda não recebeu recursos para serem usados na UPA, como a “Maternidade Divina”, mas os serviços estão sendo mantidos.

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O secretário revelou um fato que há muito já deveria ter sido solucionado, como exemplo citou o desfalque que causa aos cofres do município, os recursos que são dispendidos pagando alugueis de imóveis para a Policia Federal, a Civil e a Militar, além de ajuda de custos para o Tiro de Guerra.

O vereador líder do governo na Câmara, Adilson Quadros (PSDB), aliás, o único edil presente, disse que o objetivo não era fechar os CMEIs e sim fazer uma readequação, transferindo os alunos para a Escola Municipal Antônieta Fonseca. Faz-se o registro da ausência do vereador Careca da Água Mineral, que mesmo sendo o presidente da Comissão de Educação da Câmara, não compareceu à reunião.

Contudo, mais uma vez, Honor Caldas foi incisivo: “NÃO HAVERÁ NENHUM FECHAMENTO DE NENHUMA UNIDADE”

A jornalista Amanda Quintiliano, questionou o release que foi enviado para a imprensa, falando do fechamento dos CMEIs. Honor reconheceu o erro que foi um equívoco, uma precipitação: “Nós somos humanos e erramos”, afirmou o secretário.

A reunião do secretário Adjunto de Educação, João Renato, realizada nos dois CMEIs, falando sobre a intenção de fechá-los, o que causou preocupação e insegurança nas mães das crianças, ao ponto delas cogitarem tentar transferir seus filhos para outras unidades que não estariam na lista de fechamento, também foi criticada pelo grupo do CAAF “JOÃO RENATO ERROU”, afirmou Honor Caldas.

Antônio Castelo, que está acumulando as funções de secretário da Fazenda e Administração, criticou como o assunto chegou na imprensa, de forma distorcida, pois o que foi proposto foi que os secretários apresentassem um plano de ação de economia para o governo analisar, por que quem vai dar a palavra final, será o prefeito.

Honor Caldas respondendo ao questionamento do editor do Divinews, Geraldo Passos, que reverberou o que a população está questionando, por que razão o governo não corta na própria carne dispensando alguns cargos comissionados. Ele levemente irritado, mas contido, explicou que a linha de raciocínio não é justa: “O município tem cerca de 5000 mil servidores, dos quais poderia ter 222 cargos em comissão, contudo, tem 111 e desses 111, 75 (36%) são servidores de carreira e apenas 36 são cargos de livre nomeação do prefeito”.

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Finalizando a reunião o secretário de Governo, esclareceu para os membros da imprensa presentes, que a eleição 2016 já começou e existem interesses políticos na exacerbação dos fatos.

Agilson explicou que a educação está gastando 31% do orçamento na educação, quando constitucionalmente deveria investir 25%.

O procurador, Rogerio Farnesi disse que, o que houve foi um brainstorming na reunião para definir as áreas que serão afetadas pela economia. E que a proposta final quem vai anunciar de forma oficial, como um pacote de economia, será o prefeito. “Não houve propostas deliberativas”.

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