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Plenário da Câmara
A presidente da Associação de Moradores do Bairro São Vicente, não deixou por menos, literalmente “espinafrou” todos os políticos, em especial os vereadores e secretários de governo, principalmente a Superintendência da Usina de Projetos. O vereador Rodyson Kristinamurti, o filho do ex-vereador Zé Milton, que tem o bairro Alto São Vicente, como “feudo” eleitoral, assim como o Afonso Pena, se disse surpreendido com a não resolução dos problemas dos moradores e pediu IMEDIATAMENTE que fosse formada uma comissão para verificar junto ao EXECUTIVO o que estaria acontecendo. Na oportunidade, segundo Marcela teria prometido que iria na reunião da comunidade que ocorreu no dia seguinte, no salão da Igreja do bairro, contudo não apareceu por lá. Assim como também prometeu aparecer o vereador Anderson Saleme, que também não foi.
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Tribuna Livre
Marcela contou que tinha agendado inicialmente o uso da tribuna em agosto de 2014, para falar do mesmo assunto. Contudo, não revelou quem, solicitou que ela não usasse a tribuna, pois era ano de eleição e deixaria os deputados em mau lençóis.
Reunião Salão Paroquial
A noite, a servidora municipal, Ocimara Cavalcante, da Usina de Projetos, acompanhados por dois funcionários da empresa ASP – Assessoria Social e Pesquisa, depois de um ano, sem nenhuma reunião, foram fazer uma apresentação na tentativa de os posicionar a quantas anda o projeto. Porém, a falta de objetividade os irritou ainda mais. Pois eles queriam respostas simples, às suas dúvidas. QUANDO, QUANDO e COMO, COMO, só isso que eles queriam saber.
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Ocimara passou uma apresentação sobre o histórico do projeto e sobre os passos que, em tese, serão dados daqui pra frente. Contudo, a comunidade ouviu um pouco e reclamou muito sobre a demora. E classificaram a reunião como bla, bla, bla. E que a reunião só teria sido marcada, por que souberam que Marcela ia à Câmara botar a boca no trombone. Pois, segundo os moradores tinha mais de um ano que não era dada nenhuma satisfação para eles.
O que todos queriam eram respostas concretas, fato este que não ocorreu. Não explicaram que alguns terrenos, que suas casas ocupavam, são terrenos geologicamente instável e que dificilmente, ou quase impossível que qualquer órgão, “RESPONSÁVEL”, vá aprovar uma nova construção em um despenhadeiro. E existem pessoas apostando nesta possibilidade.
Eles levantaram também os problemas com as construtoras, inicialmente a LAMAR e posteriormente a TRANSALVES que paralisaram as obras, a última, segundo informação deles, estaria em um regime falimentar.
Reclamaram muito da situação do Salão Comunitário que está abandonado, servindo de local para o consumo de drogas. E que na visão deles, não tem nada que impeça que o Prefeito reforme o salão que já serviu para vários eventos para a comunidade. “É desleixo mesmo”, reafirmou Marcela.
servicos tecnicos na area social para executar o PPI Favelas
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Área onde as casas estavam construídas e algumas ruinas
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Salão Comunitário, detonado
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