A se confirmar que não existe recursos para pagar o funcionalismo público do Estado, é uma indicação clara de que o governo anterior não passou as informações que deveriam ter sido passadas para a equipe de transição do governador eleito. Sendo bem provável que muitos outros sustos Pimentel e sua equipe vão passar, aqueles de deixar o cabelo de qualquer um em pé.
Daí a necessidade que Pimentel viu em trazer de São Paulo, Mário Spinelli para ser em Minas o controlador geral do Estado, e fazer com isenção, sem interferências externas, uma profunda auditoria, o mesmo trabalho que ele realizou na Prefeitura da capital paulista.
Minimizando a necessidade de abrir totalmente a Caixa de Pandora de Minas, o secretário de Estado de Governo, Odair Cunha, disse que não será uma “caça às bruxas”, e que todo processo da auditoria será por respeito ao dinheiro do cidadão mineiro, mas o que tiver que ser feito, será feito.
Na entrevista concedida pelo secretário de Planejamento para o Jornal O Tempo, Helvécio Magalhães, afirmou que será feito um esforço para verificar os repasses atrasados da gestão com instituições financeiras. O tucano peessedebista/pepista, o ex-governador Alberto Pinto Coelho (PP) em seu discurso de despedida disse que estava encerrando o mandato com um superávit de R$ 200 milhões.
Esta sexta-feira (02) e todo o fim de semana será de muito trabalho para a equipe de Fernando Pimentel. Um petista divinopolitano afirmou para o Divinews que “eles estão até com medo do que vão encontrar pela frente”.






