Vicentinho (SP), líder da bancada do PT, a maior da Casa, pediu R$ 20,7 mil por gastos de telefonia nos primeiros dez meses de 2014. Apenas 19% do valor total ressarcido a Cunha no mesmo período.
Eduardo Cunha afirma que o telefone é muito importante para sua atividade. Diz que a maior parte dos gastos é com um pacote de serviços de rádio da Nextel, com o qual consegue falar com os funcionários de seus gabinetes em Brasília e no Rio sem cobrança de interurbano, pagando apenas a assinatura.
Do valor das faturas ressarcidas, 40% são dessa operadora. Segundo ele, entre 10 e 12 linhas ficam a disposição dos assessores.
O deputado destaca que não usa o limite da verba indenizatória –R$ 32,6 mil mensais, destinados também a gastos como alimentação, combustível, aluguel de escritório e hospedagem– e que as faturas de telefone são frutos exclusivos de atividade parlamentar.
“Cada um usa [a cota] naquilo que é melhor [para o mandato]. Para mim, a despesa de telefone é cara ao meu mandato, para o exercício da atividade”, afirmou.

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