A irmã e outros parentes do editor do Divinews chegaram a telefonar para esclarecer algumas dúvidas. “Mas como irmão que ele não é bom? Ele fala no programa que deixou o cargo de governador com 92% de aprovação – Fala que a educação mineira é uma das melhores do Brasil – Ele fala com convicção, irmão – Outra coisa teve mesmo aquele negócio dele ter sido pego aqui no rio na Lei seca e não quis fazer o teste do bafômetro? Tá circulando por aqui um vídeo que mostra um cara em um bar quase caindo, será que aquele é ele mesmo? E aquele negócio dos aeroportos? É verdade que a justiça daí protege ele, por isso ele não tem processo? – E tem outras coisa que nem gosto de falar por telefone! Eu acho que estão é inventando, por que é campanha. Me conta aí?” – Contato feito um dia antes da eleição, sábado (25).
Claro, com nenhuma oposição, exceto um ou outro blog e um deles foi silenciado pela Justiça (Novo Jornal) e outro tentado (Poços10), e com os principais jornais do estado não divulgando uma linha sequer de qualquer coisa negativa de nenhuma Secretaria no seu governo e do companheiro de partido, o ex-governador Antônio Anastasia que o sucedeu, e parceiro atual Alberto Pinto Coelho, do PP, ele teria que ter era 100% de aprovação e não apenas 92%.
Mas o fato é que a diferença entre Dilma e Aécio no Brasil foi de 3,28 pontos e em Minas essa diferença aumentou para 4,80, já que o tucano teve 47,6% contra 52,4%. Parece pouco, mas são 500 mil emblemáticos votos, para um político que foi eleito várias vezes deputado federal pelo estado, mais duas vezes governador e é senador, claro, por Minas, é muita coisa. Com toda máquina do estado trabalhando a seu favor, tinha era que ganhar e com uma boa margem de votos.
A diferença só não foi maior, por que na última hora, a Revista Veja e o Jornal Nacional fizeram uma dobradinha de golpe midiático e os mineiros ficaram inseguros, achando que o conterrâneo talvez tivesse razão quanto aos petistas dois petistas, Dilma e Lula terem levado algum da Petrobras. Só por isso, senão a lavada seria bem maior.
Como a fila anda, em 2018 com Alckmin não podendo mais disputar novamente o governo de São Paulo, e ter sido eleito no primeiro turno neste 2014, o mineiro poderá ter dificuldades, isto sem levar em consideração que Serra não desiste fácil, por que é brasileiro. E por sua idade poderá ser a última tentativa.
Enfim, Aécio obteve em Minas, o segundo colégio eleitoral do Brasil, 5.828.821 (47,59%), e Dilma 5.979.422 (52,41%).
Já a partir da eleição de Fernando Pimentel como governador, Minas Gerais começou a respirar uma nova brisa, mas ainda bastante preocupada que esta brisa pudesse parar de soprar com a eleição de Aécio Neves como Presidente do Brasil, com sua derrota a maioria dos mineiros, vide votação, respiraram aliviados.
Como disse o jornalista de um “blog sujo”, o Tijolaço: “Minas livrou o Brasil de seu filho”.






