O advogado, segundo o Delegado Daniel Souza, inicialmente, ao ser preso, tentou montar uma farsa dizendo que a droga apreendida não era dele e sim das outras três pessoas que também foram presos, e que ele estaria a trabalho, para isto chegou a simular que um notebook de sua propriedade, usado no caso, para dar sustentação à farsa de que estaria trabalhando havia desaparecido durante a apreensão da Policia Federal, que posteriormente foi comprovado que o notebook estava sim era em sua residência em poder da esposa dele, que por sua orientação escondeu o computador, mas a esposa de Wasley com receio de envolver a mãe dela no imbróglio acabou por confessar a tentativa de armação de Wasley.
Após ter a trama desvendada, Wasley, ouvido já na penitenciária Nelson Hungria, mudou a versão dizendo que estava transportando a droga por que teria sido ameaçado por traficantes para transportá-la. Ele segue preso em prisão preventiva.
O Delegado finalizou narrando que o carro em que eles foram presos, um Voyage, era clonado com uma placa de um carro de Belo Horizonte, e que por pouco a dona do veículo que tinha a verdadeira placa, não foi morta por engano em um atentado em que o bandido chegou a lhe dar um tiro. E que ela só não foi executada por que o atirador constatou o engano, pediu desculpas e foi embora.






