Essa não é a primeira vez que o nome de Dorvalino aparece envolvido em escândalo. Ele já foi acusado de sonegação de impostos na Operação Divino que em 2006 investigou várias siderúrgicas em Divinópolis. Ele foi acusado junto com Zé Melão, o seu sócio na época.
O grupo empresarial de Dorvalino já foi acusado até de contratar pistoleiros para matar um corretor de imóveis que seria o operador de um esquema fraudulento. As empresas do grupo do empresário devolveram para o Estado em 2006 cerca de R$ 280 milhões. O montante corresponde a soma do dinheiro e bens que foram tomados. As empresas penalizadas foram Mat Prima I, Mat Prima II, Divigusa e Álamo.
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Com MPA
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