O caso foi revelado pela Folha em março. Os advogados de Aécio pedem que os buscadores deixem de exibir notícias publicadas em sites que o acusam de responder por “desvio de verbas” na saúde. Segundo eles, diversos sítios agem de maneira organizada para o “caluniar”, distorcendo informações sobre uma apuração do Ministério Público de Minas.
Documento da Justiça mineira apresentado à de São Paulo para embasar o pedido de Aécio afirma que a promotoria apurou apenas a alocação de recursos gastos com saneamento básico na rubrica da saúde. Não há menção a corrupção. No Estado, o inquérito foi arquivado.
Os desembargadores negaram a liminar sob o argumento de que “não está caracterizada a obrigação das rés de excluir as notícias e termos que levam a elas, pois as mesmas não as produziram”.
Aécio não desistiu do mérito da ação. Foi marcada uma audiência de conciliação entre as partes e a campanha do tucano avalia que há possibilidade de um acordo.






