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Na ocasião da assinatura do decreto que ocorreu Na Associação dos Municipios do Vale do Itapecerica estiveram presentes, além do prefeito, os secretários do Meio Ambiente, Willian de Araujo, o de Operações Urbanas, Drayfus Rabelo, o vice-prefeito, Rodrigo Resende, exercendo a função de superintendente da Usina de Projetos e o gerente da Copasa em Divinópolis, Mauricio Pereira, que compuseram a mesa.
Inicialmente, todos falaram sobre o que está e o que será feito quanto ao tratamento do esgoto no município, que a longo prazo pode resultar na despoluição do Rio Itapecerica. Somente no final é que o prefeito fez o que a cidade quer que seja feito e clama por isso, assinou o decreto que declarou a área como área de emergência e que vai possibilitar que não seja necessário fazer licitação para contratar uma empresa e uma máquina para retirar os aguapés do rio.
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O prefeito em sua fala inicial, reconheceu que o rio é um símbolo da cidade. E que estaria caminhando a passos largo para a sua despoluição. Disse que o rio recebe esgoto in natura há mais de 100 anos e que não existe mágica e nem varinha de condão, ou pó de pirlimpimpim que resolva a situação rapidamente.
O biólogo, Cunha, em sua explanação afirmou que o aguapé é parte natural do rio, entretanto outras variantes fizeram com que ocorresse a proliferação excessiva dos aguapés e entre elas está a poluição do rio, com esgoto sendo jogado nele, aliado a um longo ciclo de seca. Criando com isto, o que ele chamou de “efeito tapete”.
Cunha acrescentou que se a poluição continuar, nada for feito, e se houver um novo período de seca. Não vai adiantar retirar os aguapés, pois eles retornarão.
O vice-prefeito, Rodrigo Resende falou sobre a empresa, Dan Engenharia, que foi a vencedora da licitação que vai elaborar o projeto de despoluição do rio, que propiciará que o município tenha acesso ao recusos do governo federal de R$ 35 milhões para despoluir o Itapecerica.
Mauricio Paulo Pereira, o gerente da Copasa na região, confessou que a empresa enfrenta problemas em consequência de um dos maiores período de seca que ele tem notícia. E que a situação de Divinópolis é crítica. Mauricio falou também da gravidade por que passam os municípios Pará de Minas, Arcos e Santo Antônio do Monte, mas no aspecto do abastecimento de água.
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